The Doors - Light my fire
Temas possíveis: música, humor, poesia, leituras/reflexões sociais, políticas e económicas (a ordem é irrelevante). Palavras que eu gosto e expressões fora de uso: real gana, por exemplo! Mais: aqui escreve-se à moda antiga, isto é, estou em desacordo com o "acordo" ortográfico.
Sunday, December 18, 2016
Monday, November 28, 2016
Estado d'Alma
Sou cruel como pessoa
não sei ser amável
nem sei mais ser delicado.
Meu limite como ser humano não existe mais,
me tornei um animal.
Só me resta ainda o prazer de escrever
e este posso usar como quiser
neste não preciso ser cruel,
não preciso ser humano
posso simplesmente ser eu
verdadeiro ou falso
já não sei mais
escrevo e me contradigo
sou bom, sou mau.
Sou santo, sou demônio
sou crente, sou descrente.
Não creio mais na humanidade
não creio em salvação para este mundo.
Procuro mas não encontro,
soluções ou saída para esta anarquia.
Não tenho mais heróis
nem lembro se já tive um dia.
Talvez eu tivesse sim
era uma heroína, uma mulher, minha mãe.
Mas ela também já estou perdendo
ela já esta partindo
seu tempo na terra está terminando
então não preciso mais, continuar humano.
Posso ser mesmo um simples animal
Angel of the Night
Só me resta ainda o prazer de escrever
e este posso usar como quiser
neste não preciso ser cruel,
não preciso ser humano
posso simplesmente ser eu
verdadeiro ou falso
já não sei mais
escrevo e me contradigo
sou bom, sou mau.
Sou santo, sou demônio
sou crente, sou descrente.
Não creio mais na humanidade
não creio em salvação para este mundo.
Procuro mas não encontro,
soluções ou saída para esta anarquia.
Não tenho mais heróis
nem lembro se já tive um dia.
Talvez eu tivesse sim
era uma heroína, uma mulher, minha mãe.
Mas ela também já estou perdendo
ela já esta partindo
seu tempo na terra está terminando
então não preciso mais, continuar humano.
Posso ser mesmo um simples animal
Angel of the Night
Friday, November 18, 2016
If dogs run free
Sunday, November 13, 2016
So long, Leonard...
Leonard Cohen - Going home
R.I.P. (21.09.1934 - 07.11.2016)
R.I.P. (21.09.1934 - 07.11.2016)
Saturday, November 12, 2016
Friday, October 28, 2016
The divine voice
When Leonard Cohen was twenty-five, he was living in London, sitting in cold rooms writing sad poems. He got by on a three-thousand-dollar grant from the Canada Council for the Arts. This was 1960, long before he played the festival at the Isle of Wight in front of six hundred thousand people. In those days, he was a Jamesian Jew, the provincial abroad, a refugee from the Montreal literary scene. Cohen, whose family was both prominent and cultivated, had an ironical view of himself.
He was a bohemian with a cushion whose first purchases in London were an Olivetti typewriter and a blue raincoat at Burberry. Even before he had much of an audience, he had a distinct idea of the audience he wanted. In a letter to his publisher, he said that he was out to reach “inner-directed adolescents, lovers in all degrees of anguish, disappointed Platonists, pornography-peepers, hair-handed monks and Popists.”
He was a bohemian with a cushion whose first purchases in London were an Olivetti typewriter and a blue raincoat at Burberry. Even before he had much of an audience, he had a distinct idea of the audience he wanted. In a letter to his publisher, he said that he was out to reach “inner-directed adolescents, lovers in all degrees of anguish, disappointed Platonists, pornography-peepers, hair-handed monks and Popists.”
In "The New Yorker"
O artigo completo aqui.
Saturday, October 15, 2016
Music was my first love...
UB40 - Can't help falling in love
Thursday, October 13, 2016
Excelente escolha
BOB DYLAN (Robert Allen Zimmerman) - Prémio Nobel da Literatura 2016
Announcement of the Nobel Prize in Literature 2016
Thursday, October 06, 2016
Da série: "Engolir o sapo"
António Guterres, ex-primeiro ministro de Portugal, esconjurado por toda a direita e arredores (até por muito bom democrata dentro do próprio PS), neste belo dia de 6 de Outubro de 2016 passou de besta a bestial (o contrário dos treinadores que caem em desgraça)

"Por unanimidade e aclamação. O Conselho de Segurança das Nações Unidas escolheu o antigo primeiro-ministro português para liderar a organização. Decisão terá de ser ratificada pela AG da ONU" in TSF

"Por unanimidade e aclamação. O Conselho de Segurança das Nações Unidas escolheu o antigo primeiro-ministro português para liderar a organização. Decisão terá de ser ratificada pela AG da ONU" in TSF
Wednesday, September 28, 2016
SAGITTARIUS
The Promiscuous One (November 22 to December 21)
Spontaneous. High appeal. Rare to find. Great when found. Loves being in long relationships. So much love to give. A loner most of the time. Loses patience easily and will not take crap. If in a bad mood stay FAR away. Gets offended easily and remembers the offense forever. Loves deeply but at times will not show it, feels it is a sign of weakness. Has many fears but will not show it. VERY private person. Defends loved ones with all their abilities. Can be childish often. Not one to mess with. Very pretty. Very romantic. Nice to everyone they meet. Their Love is one of a kind. Silly, fun and sweet. Have own unique appeal. Most caring person you will ever meet! Amazing in bed!!! Not the kind of person you want to mess with- you might end up crying...
Spontaneous. High appeal. Rare to find. Great when found. Loves being in long relationships. So much love to give. A loner most of the time. Loses patience easily and will not take crap. If in a bad mood stay FAR away. Gets offended easily and remembers the offense forever. Loves deeply but at times will not show it, feels it is a sign of weakness. Has many fears but will not show it. VERY private person. Defends loved ones with all their abilities. Can be childish often. Not one to mess with. Very pretty. Very romantic. Nice to everyone they meet. Their Love is one of a kind. Silly, fun and sweet. Have own unique appeal. Most caring person you will ever meet! Amazing in bed!!! Not the kind of person you want to mess with- you might end up crying...
Sunday, September 18, 2016
Vivemos num mundo à beira do colapso
We live in a world on the verge of collapse
The Lie We Live - para ver, reflectir e partilhar...
Tuesday, August 23, 2016
Queria que os Portugueses
Queria que os portugueses
tivessem senso de humor
e não vissem como génio
todo aquele que é doutor
sobretudo se é o próprio
que se afirma como tal
só porque sabendo ler
o que lê entende mal
todos os que são formados
deviam ter que fazer
exame de analfabeto
para provar que sem ler
teriam sido capazes
de constituir cultura
por tudo que a vida ensina
e mais do que livro dura
e tem certeza de sol
mesmo que a noite se instale
visto que ser-se o que se é
muito mais que saber vale
até para aproveitar-se
das dúvidas da razão
que a si própria se devia
olhar pura opinião
que hoje é uma manhã outra
e talvez depois terceira
sendo que o mundo sucede
sempre de nova maneira
alfabetizar cuidado
não me ponham tudo em culto
dos que não citar francês
consideram puro insulto
se a nação analfabeta
derrubou filosofia
e no jeito aristotélico
o que certo parecia
deixem-na ser o que seja
em todo o tempo futuro
talvez encontre sozinha
o mais além que procuro.
Agostinho da Silva (1906-1994)
Wednesday, August 10, 2016
Music was my first love...
Miles Davis - Kind of Blue (1959, complete album)
Saturday, July 23, 2016
Politicians are awesome...
Monday, July 11, 2016
SOMOS ASSIM, NÓS, OS PORTUGUESES
Quem somos nós, afinal, os portugueses? Como podemos definir-nos?
Olhando o habitual pessimismo que domina as nossas conversas do dia a dia, somos um povo que lamenta sê-lo. Que se compara negativamente, quase com fanatismo, com todos os outros... mesmo com aqueles que, racionalmente, sabemos terem carências mais profundas do que nós.
Somos um povo bipolar. Do pessimismo que nos caracteriza habitualmente, passamos por euforias dum otimismo inexplicável e absurdo. Não somos nada, e somos tudo. Os trabalhadores mais mal pagos, mas também aqueles que desenrascam situações que mais ninguém consegue.
Somos desprezados pelas nossas próprias elites, que lamentam ser filhas de tão inculto país. Que nem entendem que o seu "snobismo" é, ele mesmo, próprio da maneira de pensar desse mesmo país. Elites que apregoam a sua superioridade cultural, e que desistem de tornar acessível essa mesma cultura ao povo de onde saíram.
Somos "foleiros" e "pimbas". Somos o que somos. Mas, se é verdade que sucumbimos facilmente ao populismo e à demagogia, se nos entusiasmamos por motivos fúteis, se só vemos as glórias desportivas e quase ignoramos as glórias do pensamento e da ciência, também temos uma coisa que poucos mais terão. Porque temos uma consciência coletiva duma persistência notável. Não somos homogéneos nem disciplinados. Somos, simplesmente, portugueses. Sentimentais. Por vezes, violentos. Os brandos costumes são um dos mitos mais falaciosos que nos foram impostos.
Não consigo dizer exatamente o que somos. Não creio que sejamos mais do que vulgares seres humanos, nem piores nem melhores que tantos outros. Mas somos. Simplesmente, somos.
É inútil protestar contra o vulgarismo de enchermos ruas e praças por um feito desportivo. Somos tantos a fazer isso, tantos a rebentar de alegria, que, mesmo que o escondamos, envergonhados, com medo das opiniões dos comentadores sempre críticos que dominam o nosso panorama cultural, não podemos negar que somos parte de um todo cujas características são muito próprias.
Somos também um fenómeno cultural. Que tem medo de se olhar ao espelho. Somos uma Olivença que, como a verdadeira, olhou para si e descobriu eu não se matam sentimentos por decreto.
Somos inexoravelmente portugueses. Tenhamos a coragem de o admitir. Não para criar impérios. Mas para ganharmos a autoestima necessária para olharmos os outros povos como iguais. Com culturas que respeitamos.
Só nos falta respeitar a nossa. Que está em nós. Que nos enche o peito de orgulho, mas que tem de ser mais constante.
Cumpra-se Portugal!
Estremoz, 11 de julho de 2016
Carlos Eduardo da Cruz Luna (in Facebook)
Olhando o habitual pessimismo que domina as nossas conversas do dia a dia, somos um povo que lamenta sê-lo. Que se compara negativamente, quase com fanatismo, com todos os outros... mesmo com aqueles que, racionalmente, sabemos terem carências mais profundas do que nós.
Somos um povo bipolar. Do pessimismo que nos caracteriza habitualmente, passamos por euforias dum otimismo inexplicável e absurdo. Não somos nada, e somos tudo. Os trabalhadores mais mal pagos, mas também aqueles que desenrascam situações que mais ninguém consegue.
Somos desprezados pelas nossas próprias elites, que lamentam ser filhas de tão inculto país. Que nem entendem que o seu "snobismo" é, ele mesmo, próprio da maneira de pensar desse mesmo país. Elites que apregoam a sua superioridade cultural, e que desistem de tornar acessível essa mesma cultura ao povo de onde saíram.
Somos "foleiros" e "pimbas". Somos o que somos. Mas, se é verdade que sucumbimos facilmente ao populismo e à demagogia, se nos entusiasmamos por motivos fúteis, se só vemos as glórias desportivas e quase ignoramos as glórias do pensamento e da ciência, também temos uma coisa que poucos mais terão. Porque temos uma consciência coletiva duma persistência notável. Não somos homogéneos nem disciplinados. Somos, simplesmente, portugueses. Sentimentais. Por vezes, violentos. Os brandos costumes são um dos mitos mais falaciosos que nos foram impostos.
Não consigo dizer exatamente o que somos. Não creio que sejamos mais do que vulgares seres humanos, nem piores nem melhores que tantos outros. Mas somos. Simplesmente, somos.
É inútil protestar contra o vulgarismo de enchermos ruas e praças por um feito desportivo. Somos tantos a fazer isso, tantos a rebentar de alegria, que, mesmo que o escondamos, envergonhados, com medo das opiniões dos comentadores sempre críticos que dominam o nosso panorama cultural, não podemos negar que somos parte de um todo cujas características são muito próprias.
Somos também um fenómeno cultural. Que tem medo de se olhar ao espelho. Somos uma Olivença que, como a verdadeira, olhou para si e descobriu eu não se matam sentimentos por decreto.
Somos inexoravelmente portugueses. Tenhamos a coragem de o admitir. Não para criar impérios. Mas para ganharmos a autoestima necessária para olharmos os outros povos como iguais. Com culturas que respeitamos.
Só nos falta respeitar a nossa. Que está em nós. Que nos enche o peito de orgulho, mas que tem de ser mais constante.
Cumpra-se Portugal!
Estremoz, 11 de julho de 2016
Carlos Eduardo da Cruz Luna (in Facebook)
Sunday, July 10, 2016
Apenas... CAMPEÕES!...
Sunday, June 26, 2016
Music was my first love...
Gioacchino Rossini - La Gazza Ladra
Monday, June 13, 2016
Thursday, June 09, 2016
Sunday, May 29, 2016
Music was my first love...
Peter Gabriel - Sledgehammer
Monday, May 16, 2016
Estatísticas
Sabedoria…
Pergunta o repórter;
– Que idade é que o senhor tem?
Responde o velho:
– Noventa e oito anos.
O repórter:
– Com essa idade, não tem medo de morrer?
Diz o velho:
– Não! Todas as estatísticas dizem que, na minha idade, morre muito pouca gente…
– Que idade é que o senhor tem?
Responde o velho:
– Noventa e oito anos.
O repórter:
– Com essa idade, não tem medo de morrer?
Diz o velho:
– Não! Todas as estatísticas dizem que, na minha idade, morre muito pouca gente…
Sunday, May 15, 2016
Tuesday, May 10, 2016
Pensamentos
"A origem de muitas das nossas decepções é
pensar que os outros fariam por nós aquilo que nós faríamos por eles. Esperamos
a mesma sinceridade, o mesmo altruísmo e reciprocidade, no entanto, os valores
que definem os nossos corações não são os mesmos que vivem na mente dos outros.
Não esperes nada de ninguém, espera tudo de ti mesmo, desse modo o teu coração
irá armazenar menos decepções."
Friday, May 06, 2016
Nonsense "Jolas"
-Dê-me uma cerveja, sff.
-Quer sem álcool?
-Não, quero sem lactose.
-Isso é um absurdo!
-Você é que começou!...
Thursday, April 14, 2016
Music was my first love...
Aldina Duarte - Ai meu amor se bastasse
Monday, April 11, 2016
The Panama Papers - frases a reter
"...with the release of the Panama Papers, which reveal the elaborate methods used by the wealthy to avoid paying back the societies that helped them to gain their wealth in the first place."
........................
"But while working and middle-class families pay their taxes or face consequences, the Panama Papers remind us that the worst of the 1% have, for years, essentially been stealing access to Americans’ common birthright, and to the benefits of our shared endeavors."
........................
"Because the truth is that we have all been robbed, systematically, by the world’s wealthiest people, for decades. They have used those stolen dollars to build yet more wealth for themselves, and all the while we have been arguing with ourselves over what to do with the leftover pennies."
Vale a pena ler o artigo na íntegra. The Guardian
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"But while working and middle-class families pay their taxes or face consequences, the Panama Papers remind us that the worst of the 1% have, for years, essentially been stealing access to Americans’ common birthright, and to the benefits of our shared endeavors."
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"Because the truth is that we have all been robbed, systematically, by the world’s wealthiest people, for decades. They have used those stolen dollars to build yet more wealth for themselves, and all the while we have been arguing with ourselves over what to do with the leftover pennies."
Vale a pena ler o artigo na íntegra. The Guardian
Thursday, March 24, 2016
Para uma melhor compreensão do Islão
"... A maioria dos muçulmanos pensa que a sharia é divina, mas na verdade é uma construção humana na História. É uma lei construída no século IX, quase 250 anos depois da morte do Profeta."
...............
Hadiths: "Sim, são uma espécie de dogma manufacturado. Isso pode ser demonstrado muito claramente. Por exemplo, a sharia diz que um apóstata [alguém que abandona a religião] deve ser morto, mas o Corão diz que não há pertença compulsiva ao islão. A sharia diz que a mulher tem um estatuto inferior e deve cobrir-se, mas o Corão diz que homem e mulher são iguais. Há muitos aspectos da sharia que estão em completa contradição com o Corão. Afirmar que a sharia é divina é totalmente ridículo e grande parte do fundamentalismo vem de aceitar a sharia como lei divina."
...............
O fundamentalismo actual: "vem de uma área muito específica, vem da Arábia Saudita e da ideologia wahhabita. Até 1925, 1930, havia diferentes tradições do islão e pessoas que concordavam com umas e com outras. Havia jihads, mas tinham princípios éticos, eram lutas contra o colonialismo e o imperialismo, com regras claras, era proibido atacar civis, matar mulheres e crianças, matar prisioneiros."
...............
"Até aos anos 1920, os wahhabitas eram uma seita muito minoritária e as pessoas gozavam com eles, eram considerados fanáticos iletrados sem relevância. Mas esta seita tornou-se na ortodoxia muçulmana. E hoje, há duas questões fundamentais aqui. Por um lado, os muçulmanos aceitam esta ideologia porque reverenciam a Arábia Saudita de forma acrítica. Por ser lá que estão Meca e Medina, assume-se que como o Profeta nasceu em Meca estas pessoas teriam o melhor conhecimento do islão, quando têm o pior. Por outro, as potências ocidentais, a América, o Reino Unido, a França, a Alemanha, apoiaram a Arábia Saudita e os estados do Golfo por motivos económicos e militares, eles compram as armas que estes países produzem. Ao apoiar a Arábia Saudita, ignorando o seu fanatismo, dão-lhes liberdade de acção."
Ziauddin Sardar, in Jornal Público de 07/12/2015
Sublinhados meus. O artigo completo aqui
Sunday, March 20, 2016
No rescaldo do Dia do Pai
A única coisa importante na vida é ser um grande pai!
TEDTalks - Ric Elias
Monday, March 14, 2016
Os peões (também) podem ser multados
CÓDIGO DA ESTRADA
Artigo 101.º
Atravessamento da faixa de rodagem:
1 — Os peões não podem atravessar a faixa de rodagem sem previamente se certificarem de que, tendo em conta a distância que os separa dos veículos que nela transitam e a respectiva velocidade, o podem fazer sem perigo de acidente.
2 — O atravessamento da faixa de rodagem deve fazer-se o mais rapidamente possível.
3 — Os peões só podem atravessar a faixa de rodagem nas passagens especialmente sinalizadas para esse efeito ou, quando nenhuma exista a uma distância inferior a 50m, perpendicularmente ao eixo da faixa de rodagem.
4 — Os peões não devem parar na faixa de rodagem ou utilizar os passeios e as bermas de modo a prejudicar ou perturbar o trânsito.
5 — Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de € 10 a € 50.
Tuesday, March 08, 2016
The dark side of Angola
50% dos angolanos não têm acesso a qualquer cuidado de saúde...
Friday, February 26, 2016
Sunday, February 21, 2016
Music was my first love...
Giuseppe Verdi - Va pensiero (Nabucco)
Tuesday, February 02, 2016
Uma questão de remorsos
Há dois meses que andava a conduzir o seu camião sem conhecer qualquer mulher.
Eis que, de repente, vê uma freira na berma da estrada, novinha e bonitinha, a pedir boleia.
- Que Deus me perdoe! Pensou ele.
Parou o camião e a freira subiu.
- Bom dia, meu filho! Você pode levar-me até à localidade mais próxima?
- Bom dia, dona freira! Claro que sim! Mas tem um pequeno problema: MEU NOME É RODRIGÃO, SOU DE FAMALICÃO, MACHÃO, E QUEM ENTRA NO MEU CAMIÃO NÃO TEM PERDÃO!
Eis que, de repente, vê uma freira na berma da estrada, novinha e bonitinha, a pedir boleia.
- Que Deus me perdoe! Pensou ele.
Parou o camião e a freira subiu.
- Bom dia, meu filho! Você pode levar-me até à localidade mais próxima?
- Bom dia, dona freira! Claro que sim! Mas tem um pequeno problema: MEU NOME É RODRIGÃO, SOU DE FAMALICÃO, MACHÃO, E QUEM ENTRA NO MEU CAMIÃO NÃO TEM PERDÃO!
- Calma, meu filho! Aqui à frente está reservado para Deus; porém atrás está livre!
Rodrigo não esperou mais. Atirou-se à freira.
Consumado o acto, reiniciou a viagem, com remorsos do que tinha acontecido.
A freira interrompeu os seus pensamentos, dizendo:
- Meu filho, pode deixar-me aqui, que é o meu local de destino.
Rodrigo parou o camião e desculpou-se:
- Dona freira, desculpe o que aconteceu, mas como deve compreender é muito difícil esta vida solitária! Que Deus me perdoe!
- Não tem problema, meu filho! Deus vai-te perdoar, porque: MEU NOME É JUVENAL, SOU DO BOMBARRAL, HOMOSSEXUAL, E ESTA É A MINHA FANTASIA DE CARNAVAL...!
Rodrigo não esperou mais. Atirou-se à freira.
Consumado o acto, reiniciou a viagem, com remorsos do que tinha acontecido.
A freira interrompeu os seus pensamentos, dizendo:
- Meu filho, pode deixar-me aqui, que é o meu local de destino.
Rodrigo parou o camião e desculpou-se:
- Dona freira, desculpe o que aconteceu, mas como deve compreender é muito difícil esta vida solitária! Que Deus me perdoe!
- Não tem problema, meu filho! Deus vai-te perdoar, porque: MEU NOME É JUVENAL, SOU DO BOMBARRAL, HOMOSSEXUAL, E ESTA É A MINHA FANTASIA DE CARNAVAL...!
Thursday, January 14, 2016
You 'll Always Be On My Mind
Suli
Obrigado Suli por fazeres parte das nossas vidas nestes últimos 15 anos! Resta-me a convicção que nos deste sempre mais do que recebeste...
E no dia 20 alguém te encontrou, magrita, toda suja, mas viva!...
Monday, January 11, 2016
Gostaria de ter privado contigo, Bowie!...
Sunday, January 03, 2016
Saturday, December 26, 2015
Music was my first love...
Compay Segundo - La negra Tomasa
Monday, December 21, 2015
Sunday, December 13, 2015
Quando a poesia fala do amor que se extinguiu...
Aniversario
Veinte años de estar juntos esta tarde se han cumplido.
Para ti… flores… perfumes, para mi… algunos libros.
No te he dicho grandes cosas
porque… porque no me habrian salido,
ya sabes… cosas de viejos…
requemor de no haber sido.
Hace tiempo que intentamos abonar nuestro destino.
Tu… tu bajabas la persiana
Yo… yo apuraba mi ultimo vino.
Hoy, en esta noche fria,
casi… como ignorando el sabor del la soledad compartida,
quise hacerte una cancion
para cantar… despacito, como se duerme a los niños.
Y… y ya ves, solo… palabras sobre notas me han salido
que al igual que tu y que yo ni se importan … ni se estorban
se soportan amistosas,
mas… mas no son… no son una cancion.
Que helada que está esta casa…
Sera… sera que esta cerca el rio…
o… o es que estamos en invierno
y estan llegando… estan llegando
los frios.
Patxi Andión
Wednesday, December 09, 2015
E assim acontece... no século XXI
Técnicas de manipulação usadas pelos meios de comunicação social:
"O LINGUISTA NOAM CHOMSKY E AS 10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO DOS MÍDIA"
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTO-CULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')”.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTO-CULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Saturday, December 05, 2015
Music was my first love...
Rodrigo Leão & Lula Pena - Pasion
Tuesday, November 24, 2015
Farmacologia!
A professora pergunta aos alunos que medicamentos conhecem.
- Conheço a Aspirina para as dores - diz o Pedrinho
e o Luisinho logo a seguir diz outro:
- o Benuron para a febre!
A professora muito feliz com o conhecimento geral da turma e, virando-se para o Joãozinho, pergunta se conhece algum.
- O Viagra para a diarreia! responde o Joãozinho com o sentimento de dever cumprido.
Intrigada, a professora pergunta:
- O Viagra para a diarreia...???
- Sim, senhora professora! eu ouvi a minha mãe dizer ao meu pai:
- Toma Viagra para endurecer essa merdaaaaaaa...!
Sunday, November 22, 2015
Quem fala assim não é gago!
Marinho e Pinto - "Prós & Contras" 27 Maio 2013
Friday, November 20, 2015
Interesse público
O artigo 97 nº1 do decreto lei 72/2008 que rege o contrato de seguro informa: Se o seguro foi constituído em garantia, o tomador do seguro pode celebrar novo contrato de seguro com outro segurador, mantendo
as mesmas condições de garantia, sem consentimento do credor Isto significa que pode, em qualquer altura, alterar o seu seguro de vida do crédito
habitação sem o consentimento do Banco. Antes de o fazer verifique se na escritura ou documento particular que assinou na altura da compra da casa, se o spread está condicionado à contratação de produtos e serviços junto do Banco, nomeadamente os seguro de vida e multiriscos.
Em caso afirmativo, saiba que é ilegal.
Dou-lhe uma arma de negociação infalível: o decreto Lei 171/2008. O artigo
que se segue é elucidativo: Artigo 3.º Garantias no âmbito da renegociação
das condições do crédito
1 – Às instituições de crédito está vedada a cobrança de qualquer
comissão pela análise da renegociação das condições do crédito,
nomeadamente do spread ou do prazo da duração do contrato de mútuo.
2 – Às instituições de crédito está vedado fazer depender a renegociação
do crédito da aquisição de outros produtos ou serviços financeiros. Claro,
não é? E os Bancos continuam a condicionar o spread à contratação dos
seguros numa seguradora do grupo do Banco. Isso é ilegal. Obrigue o Banco a
aceitar o que é melhor para si. Utilize os argumentos dos decretos-lei aqui
citados. Caso o Banco não aceite ou não responda, há um instrumento que se
chama Livro de Reclamações. Use-o. O importante é que saiba que a Lei
permite liberdade de escolha. Não receie em tomar decisões que são melhores
para si. Divulgue este artigo. Quanto mais conhecimento as pessoas tiverem,
menor a possibilidade de serem “enganadas”
as mesmas condições de garantia, sem consentimento do credor Isto significa que pode, em qualquer altura, alterar o seu seguro de vida do crédito
habitação sem o consentimento do Banco. Antes de o fazer verifique se na escritura ou documento particular que assinou na altura da compra da casa, se o spread está condicionado à contratação de produtos e serviços junto do Banco, nomeadamente os seguro de vida e multiriscos.
Em caso afirmativo, saiba que é ilegal.
Dou-lhe uma arma de negociação infalível: o decreto Lei 171/2008. O artigo
que se segue é elucidativo: Artigo 3.º Garantias no âmbito da renegociação
das condições do crédito
1 – Às instituições de crédito está vedada a cobrança de qualquer
comissão pela análise da renegociação das condições do crédito,
nomeadamente do spread ou do prazo da duração do contrato de mútuo.
2 – Às instituições de crédito está vedado fazer depender a renegociação
do crédito da aquisição de outros produtos ou serviços financeiros. Claro,
não é? E os Bancos continuam a condicionar o spread à contratação dos
seguros numa seguradora do grupo do Banco. Isso é ilegal. Obrigue o Banco a
aceitar o que é melhor para si. Utilize os argumentos dos decretos-lei aqui
citados. Caso o Banco não aceite ou não responda, há um instrumento que se
chama Livro de Reclamações. Use-o. O importante é que saiba que a Lei
permite liberdade de escolha. Não receie em tomar decisões que são melhores
para si. Divulgue este artigo. Quanto mais conhecimento as pessoas tiverem,
menor a possibilidade de serem “enganadas”
Mais informações: +351 915 365 234
Sunday, November 15, 2015
Paris,13 Novembro 2015 (uma vez mais) o horror em directo
in Courrier inernational
Wednesday, October 07, 2015
Music was my first love...
Leo Ferré - La solitude
Tuesday, October 06, 2015
Na praia
De
todos os cantos do mundo
Amo
com um amor mais forte e mais profundo
Aquela
praia extasiada e nua
Onde
me uni ao mar, ao vento e à lua
Sophia
de Mello Breyner Andresen
Saturday, October 03, 2015
In memoriam
Neste país triste e sisudo, fazem falta mais homens como o Vilhena, principalmente nos tempos em que vivemos...
R.I.P. José Vilhena (07.07.1927 - 03.10.2015)
Thursday, September 03, 2015
No comments
Aylan Kurdi n’est pas mort noyé, nous l’avons assassiné
..."Que vous arrêtiez pour une fois d’employer des formules creuses, des mots vides de sens, des promesses à l’emporte-pièce, et deveniez des hommes d’État capables de tenir un discours allant à l’encontre des sentiments répandus dans la population." Laurent Sagalovitsch
Friday, August 21, 2015
Friday, July 10, 2015
Thursday, June 04, 2015
Music was my first love...
Supertramp - School
Tuesday, May 26, 2015
Origens da crise e da "austeridade"
Contra o esquecimento: perguntas sobre a história e a ideologia da crise
"As causas próximas da bancarrota foram três: a governação irresponsável e perdulária de Sócrates (que já fora o menino querido da direita de 2005 a 2008), a recusa do apoio alemão consubstanciado no chumbo do PEC IV, que obtivera o acordo de Merkel, e os efeitos do disparo dos juros resultado da situação gerada pela Alemanha ao suscitar uma “crise das dívidas soberanas”, tendo como alvo a Grécia. À data do PEC IV, a Alemanha já se apercebera dos efeitos em dominó da “crise das dívidas soberanas” e temia o contágio para a Espanha e a França. Por isso, foi complacente com Sócrates e ficou furiosa com o PSD e Passos Coelho quando este chumbou o PEC IV. Os “mercados” fizeram o resto e a bancarrota era inevitável.
Pode-se sempre dizer que os atrasos endémicos da economia portuguesa e o seu problema estrutural de competitividade estão na base de todas as crises. Mas, dito apenas assim, é um truísmo que não explica a crise de 2011 nas suas diferenças com as anteriores, nem legitima muitas das conclusões que a partir daí se tiram."
José Pacheco Pereira in jornal Público
"As causas próximas da bancarrota foram três: a governação irresponsável e perdulária de Sócrates (que já fora o menino querido da direita de 2005 a 2008), a recusa do apoio alemão consubstanciado no chumbo do PEC IV, que obtivera o acordo de Merkel, e os efeitos do disparo dos juros resultado da situação gerada pela Alemanha ao suscitar uma “crise das dívidas soberanas”, tendo como alvo a Grécia. À data do PEC IV, a Alemanha já se apercebera dos efeitos em dominó da “crise das dívidas soberanas” e temia o contágio para a Espanha e a França. Por isso, foi complacente com Sócrates e ficou furiosa com o PSD e Passos Coelho quando este chumbou o PEC IV. Os “mercados” fizeram o resto e a bancarrota era inevitável.
Pode-se sempre dizer que os atrasos endémicos da economia portuguesa e o seu problema estrutural de competitividade estão na base de todas as crises. Mas, dito apenas assim, é um truísmo que não explica a crise de 2011 nas suas diferenças com as anteriores, nem legitima muitas das conclusões que a partir daí se tiram."
José Pacheco Pereira in jornal Público
Wednesday, May 20, 2015
Parece ter poderes...!
O ex-subsecretário de Estado de Cavaco Silva, censor de um livro de Saramago, não foi apenas o devoto da missa e da hóstia, inimigo da cultura e da liberdade, foi o crente que mandou erigir uma Cruz do Amor, com 7 metros, destinada a "combater o comunismo e evitar o mal com a chegada do ano 2000", no seu monte alentejano.
Entre as suas obras consta um filho, feito certamente de forma casta, a quem ofereceu a administração de uma empresa pública, o Estado é para os amigos e família, mas que preferiu ser padre e especializar-se em exorcismos, atividade que faz parte do alvará de padre mas que, com a escassez de Demónios, passou a ser uma especialidade canónica de autorização episcopal.
O padre Sousa Lara, homónimo do bem-aventurado papá, é um reputado exorcista que, munido de uma cruz e de umas tantas rezas, se atira aos demónios como Santiago aos mouros, na diocese de Lamego, uma zona onde grassam ainda o analfabetismo, a fome e os diabos, enfim, Terras do Demo.
Carlos Esperança
Tuesday, May 19, 2015
Também quero um/uma Lily!
Alice in wonderland... ou como este vai ser o próximo "electrodoméstico", eh eh...!
Monday, May 11, 2015
Wednesday, April 29, 2015
Better don't call Saul
ATTORNEY: Doctor, before you performed the autopsy, did you check for a pulse?
WITNESS: No.
ATTORNEY: Did you check for blood pressure?
WITNESS: No.
ATTORNEY: Did you check for breathing?
WITNESS: No.
ATTORNEY: So, then it is possible that the patient was alive when you began the autopsy?
WITNESS: No.
ATTORNEY: How can you be so sure, Doctor?
WITNESS: Because his brain was sitting on my desk in a jar.
ATTORNEY: I see, but could the patient have still been alive, nevertheless?
WITNESS: Yes, it is possible that he could have been alive and practising law.
WITNESS: No.
ATTORNEY: Did you check for blood pressure?
WITNESS: No.
ATTORNEY: Did you check for breathing?
WITNESS: No.
ATTORNEY: So, then it is possible that the patient was alive when you began the autopsy?
WITNESS: No.
ATTORNEY: How can you be so sure, Doctor?
WITNESS: Because his brain was sitting on my desk in a jar.
ATTORNEY: I see, but could the patient have still been alive, nevertheless?
WITNESS: Yes, it is possible that he could have been alive and practising law.
Friday, April 24, 2015
25 de Abril, sempre!...
José Mário Branco - Eu vim de longe, eu vou para longe
Saturday, April 11, 2015
As origens do "estado a que chegámos"...?
CAUSAS DA DECADÊNCIA DOS POVOS PENINSULARES NOS ULTIMOS TRÊS SÉCULOS (excertos)
(...)
"Erguemo-nos hoje a custo, Espanhóis e Portugueses, desse túmulo onde os nossos grandes erros nos tiveram sepultados: erguemo-nos, mas os restos da mortalha ainda nos embaraçam os passos, e pela palidez dos nossos rostos pode bem ver o mundo de que regiões lúgubres e mortais chegámos ressuscitados! Quais as causas dessa decadência, tão visível, tão universal, e geralmente tão pouco explicada?"
(...)
"Assim, enquanto as outras nações subiam, nós baixávamos. Subiam elas pelas virtudes modernas; nós descíamos pelos vícios antigos, concentrados, levados ao sumo grau de desenvolvimento e aplicação. Baixávamos pela indústria, pela política. Baixávamos, sobretudo, pela religião."
Excertos de um magnifico discurso proferido por Antero de Quental em 27 de Maio de 1871, com um conteúdo perfeitamente actual, e que pode ser lido na íntegra aqui.
Thursday, April 02, 2015
Abril começa mal
Morreu aos 106 anos o mais velho cineasta em actividade.
Para além da já habitual "intoxicação" noticiosa e televisiva ad nauseam, importa recordar as suas características como ser humano e como português de projecção mundial, na cultura e no campo da sétima arte em particular.
Como sempre disse, queria filmar até morrer (jornal Público).
Uma pergunta: será que agora que o homem morreu é que as entidades competentes vão finalmente fazer chegar a sua obra ao grande público?
Para além da já habitual "intoxicação" noticiosa e televisiva ad nauseam, importa recordar as suas características como ser humano e como português de projecção mundial, na cultura e no campo da sétima arte em particular.
Como sempre disse, queria filmar até morrer (jornal Público).
Uma pergunta: será que agora que o homem morreu é que as entidades competentes vão finalmente fazer chegar a sua obra ao grande público?
In memoriam, Manoel Cândido Pinto de Oliveira (11.12.1908 - 02.04.2015)
Monday, March 23, 2015
Music was my first love...
Mundo Cão - Anos de bailado e natação
Sunday, March 22, 2015
Angola: o oito e o oitenta
Two Women, Opposite Fortunes
THIS is the tale of two women, each an emblem, in her own way, of one of the world’s most corrupt and dysfunctional nations.
One of the women is Isabel dos Santos, Africa’s richest woman. The daughter of Angola’s president, she is worth $3 billion and is Africa’s only female billionaire as well as its youngest billionaire, according to Forbes. The magazine found that all her major Angolan investments were in companies seeking to do business there or were achieved by a stroke of her father’s pen.
(...)
The other woman, more typical, is Delfina Fernandes, and I met her at the end of a bone-rattling journey over impossibly rutted dirt roads in a village called Kibanga in the northern part of the country. Blind in one eye, she lives in a grass-roof hut without electricity or running water, and without access to health care.
O artigo completo no NYT.
Saturday, March 21, 2015
Friday, March 13, 2015
Recados aos novos cardeais... e à hierarquia católica!
Foi há 2 anos que Jorge Mário Bergoglio se tornou na figura (já) carismática do Papa Francisco... Contrariamente às suas convicções pessoais, oxalá ele permaneça à frente da igreja católica por muitos e longos anos, pois nos tempos conturbados que vivemos fazem muita falta Homens desta estirpe, com a coragem e a humildade que ele tem demonstrado.
"(...) Amados irmãos novos Cardeais, com os olhos fixos em Jesus e na nossa Mãe, exorto-vos a servir a Igreja de tal maneira que os cristãos – edificados pelo nosso testemunho – não se sintam tentados a estar com Jesus, sem quererem estar com os marginalizados, isolando-se numa casta que nada tem de autenticamente eclesial. Exorto-vos a servir Jesus crucificado em toda a pessoa marginalizada, seja pelo motivo que for; a ver o Senhor em cada pessoa excluída que tem fome, que tem sede, que não tem com que se cobrir; a ver o Senhor que está presente também naqueles que perderam a fé, que se afastaram da prática da sua fé ou que se declaram ateus; o Senhor, que está na cadeia, que está doente, que não tem trabalho, que é perseguido; o Senhor que está no leproso, no corpo ou na alma, que é discriminado. Não descobrimos o Senhor, se não acolhemos de maneira autêntica o marginalizado. Recordemos sempre a imagem de São Francisco, que não teve medo de abraçar o leproso e acolher aqueles que sofrem qualquer género de marginalização. Verdadeiramente, amados irmãos, é no evangelho dos marginalizados que se joga, descobre e revela a nossa credibilidade!"
Homilia do Papa Francisco na missa de celebração dos novos cardeais, na íntegra aqui.
Saturday, March 07, 2015
Adivinha
"Como é que se chama um gajo que tem cara de filho da puta, faz coisas de filho da puta e nos trata a todos como se nós é que fossemos uns filhos da puta?
(...)
... há uma probabilidade muito grande (aqui entre nós: enorme, mesmo) de um tipo com essas características chegar a primeiro-ministro."
Dragão, in Dragoscópio
(...)
... há uma probabilidade muito grande (aqui entre nós: enorme, mesmo) de um tipo com essas características chegar a primeiro-ministro."
Dragão, in Dragoscópio
Friday, February 20, 2015
Music was my first love...
Leonard Cohen - Suzanne
Sunday, February 15, 2015
Tuesday, January 27, 2015
Três tristes testes
Um homem chega a um bar e vê um cesto cheio de dinheiro pendurado do lado de dentro do balcão ... E, claro, pergunta:
- Por que motivo está este cesto cheio de dinheiro?
E o barman, com cara de poucos amigos, desconfiado, diz:
- Bem, você paga 10€ e, se passar por três testes, então terá todo o dinheiro que está no cesto...
- Quais são os testes?
- Primeiro pague! Esta é a regra.
Então o homem pagou ao barman os 10 € e este colocou a nota no cesto, junta com as muitas que já lá estavam.
- Ok! Aqui está o que tem de fazer:
- 1º: Tem de beber esta garrafa inteira, de aguardente, tudo de uma vez só e sem fazer nenhuma careta!
- 2º: Há um Pitbull lá fora, com um dente estragado, que lhe dói muito. Tem de arrancar o tal dente com as suas próprias mãos!
- 3º: Há uma senhora de 90 anos, no segundo andar, que nunca teve um orgasmo na vida! Terá que fazer amor com ela e fazer com que ela finalmente o tenha!
- Não posso fazer tudo isso... É impossível!
Mas como o homem estava mesmo aflito de dinheiro, resolveu aceitar o jogo:
- Onde está a aguardente?!
O barman deu-lhe logo a garrafa. O homem agarrou-a com as duas mãos e entornou-a inteira pela boca, de “penalty”, sem fazer nenhuma careta, apesar das lágrimas lhe escorrerem pela cara. Depois, levantou-se com dificuldade, olhou para todos, com cara de valente, e saiu do bar em direção ao Pitbull. Todos ouviram os latidos do cão, os gritos do homem, uma confusão infernal, até que o Pitbull uivou longamente, por 3 minutos, e, de repente, um silêncio imenso pairou no ar. Todos pensaram que o homem tinha morrido! Repentinamente, ele entra no bar, cambaleando, todo arranhado, e pergunta:
- E agora, onde está a puta da velha com o dente estragado?!
Thursday, January 22, 2015
Há quem diga que chega com três anos de atraso
En annonçant le rachat de 60 milliards d'euros de dette chaque mois, la Banque centrale européenne (BCE) a lancé une mesure inédite, jeudi 22 janvier, lors de la traditionnelle conférence de presse de son président, Mario Draghi. Etalé sur dix-huit mois, jusqu'en septembre 2016, le programme pèse au total plus de 1 000 milliards d'euros.
Jornal "Le Monde" - Économie
Da capacidade de antecipar eventos
Hitler made the Maginot Line irrelevant by outflanking it and invading France through neutral Belgium. The French were unprepared. A few weeks later, German forces occupied Paris.
(...)
The next financial collapse, already on our radar screen, will not come from hedge funds or home mortgages. It will come from junk bonds, especially energy-related and emerging-market corporate debt.
(...)
Energy-sector debt has been called into question because of the collapse of oil prices. And emerging markets debt has been called into question because of a global growth slowdown, global deflation, and the strong dollar.
James Rickards in "Daily Reckoning". O artigo completo aqui.
(...)
The next financial collapse, already on our radar screen, will not come from hedge funds or home mortgages. It will come from junk bonds, especially energy-related and emerging-market corporate debt.
(...)
Energy-sector debt has been called into question because of the collapse of oil prices. And emerging markets debt has been called into question because of a global growth slowdown, global deflation, and the strong dollar.
James Rickards in "Daily Reckoning". O artigo completo aqui.
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