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Monday, April 20, 2020

Playing with fire - 4

Não conheço de todo as ideias do grupo parlamentar europeu a que o senhor Guy Verhofstadt pertence (RenewEurope), nem à partida  me identifico com elas (centro direita?), mas concordo totalmente com o que ele aqui expressa! Ou chegam a acordo sobre um eventual "Plano Marshall" para a Europa - e rápido - ou isto vai acabar mal...

Guy Verhofstadt - We need a Delors type of initiative

Friday, April 17, 2020

Playing with fire - 3

German President Steinmeier: Coronavirus a 'test of our humanity’


By DW News

Todo o discurso é interessante e oportuno, embora na sua maioria dirigido ao povo alemão; no entanto há "recados" em várias direcções, nomeadamente para os decisores da UE.
Obrigatório ver a partir do minuto 4:50, donde destaco a frase "... let us show that in Europe as well Germany cannot emerge strong and fit from this crisis if our neighbours are not strong and fit as well..."

Saturday, November 09, 2019

O fim de uma era

Imagem relacionada
                         The wall fall 30 years ago

Tuesday, September 10, 2019

The Netherlands and the Food Revolution

Rentabilizando recursos: maior produção com menos água, menos energia e o mínimo de pesticidas

Source: World Economic Forum

Friday, September 22, 2017

E assim damos as boas vindas ao Outono

Em 2017, o Equinócio de Outono, ocorre no dia 22 de Setembro às 20h02 (tempo universal), 21h02 em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, e às 20h02 na Região Autónoma dos Açores. Este instante marca o início do Outono no Hemisfério Norte. Esta estação prolonga-se até ao próximo Solstício que ocorre no dia 21 de Dezembro às 16h28 em Portugal continental.
...

in OBSERVATÓRIO ASTRONÓMICO DE LISBOA

Wednesday, March 22, 2017

Concurso dos cromos europeus

O Governo alemão apoiou o presidente do Eurogrupo, Jeroem Dijsselbloem, após as declarações deste acusando os países do sul da Europa de gastarem dinheiro em "copos e mulheres".
In TSF
Ou como se diz em Portugal, putas e vinho verde...!

Sunday, November 15, 2015

Paris,13 Novembro 2015 (uma vez mais) o horror em directo


"Pour le Daily Times l’émergence de l’organisation Etat islamique est la conséquence directe des politiques désastreuses menées par les Etats-Unis et leurs alliés en Irak et en Syrie." 
in Courrier inernational

Thursday, September 03, 2015

No comments

Aylan Kurdi n’est pas mort noyé, nous l’avons assassiné

..."Que vous arrêtiez pour une fois d’employer des formules creuses, des mots vides de sens, des promesses à l’emporte-pièce, et deveniez des hommes d’État capables de tenir un discours allant à l’encontre des sentiments répandus dans la population." Laurent Sagalovitsch

Friday, January 09, 2015

Je suis CHARLIE

Contra o obscurantismo, sim à liberdade de opinião!...
          Against obscurantism, yes to freedom of opinion!...
                      Contre l'obscurantisme, oui à la liberté d'opinion!...
...!ضد الظلامية، نعم لحرية الرأي

Saturday, June 28, 2014

A ver vamos, Dr. Marinho e Pinto...

Europa e Bruxelas

I: Há uma grande distância entre Bruxelas e a realidade dos países?
É chocante. Represento um povo que foi esmifrado até ao tutano nos últimos três anos. Um povo a quem praticamente arrancaram as tripas para pagar défices. Sinto-me mal num ambiente daqueles, onde não há dificuldades financeiras. Podia calar-me, saborear os benefícios pessoais que isso traz, mas sinto-me mal, porque represento um povo que é pobre.

Perseguição

I: Há uma campanha montada contra si?
Não digo que seja uma campanha, embora haja algumas empresas de comunicação que não gostam de mim porque tenho proposto que fosse criado o crime de corrupção jornalística para punir os jornalistas que se deixam corromper e quem corrompe jornalistas. E há pessoas que se sentem ameaçadas se isso avançar.
(...) Há jornalistas que não gostam de mim e atacam-me publicamente para agradar a pessoas que eu critico.

Política / Europeias 2014

I: Que significado atribuiu ao resultado?
Há um descontentamento com a forma como se faz política em Portugal. Designadamente a promiscuidade entre interesses públicos e privados.

I: E o senhor é a voz da razão?
Não sou, acho que a política é uma arte nobre que deve ser defendida como tal. É a forma de resolver problemas colectivos e não pessoais ou familiares. Não se deve ir para a política para arranjar emprego para si próprio, para os familiares ou amigos. Nem para fazer carreirismo político. Isso faz com que subalternizem os interesses que pretendemos representar e defender. O povo não acredita hoje no parlamento, no governo, nos juízes, nas instituições democráticas. E isto é perigoso.
(...) Não digo nomes, mas há ministros que, ainda no cargo, negociaram os empregos que vão ter depois. Isto é a traição da República.

Populismo

I: Algum partido quererá juntar-se a uma voz dissonante?
Fui convidado por alguns partidos grandes e pequenos. Eu escolhi o partido. As pessoas criticam-me, chamam-me populista. Populista, eu? Uma pessoa que defende a moeda única, que defende os presos, a dignidade dos imigrantes em Portugal, que faz a defesa dos direitos humanos. Isso é populismo? Eu combati o populismo! Eles confundem e têm raiva que um discurso democrata, de esquerda, um discurso que defende a dignidade e os direitos fundamentais da pessoa humana se tenha tornado popular em Portugal.

PR e o apelo ao consenso

I: Cavaco continua a lançar esse apelo.
Toda a acção principal do Presidente tem sido de suporte do governo e de branqueamento dos aspectos mais negativos do governo. O Presidente teve hipótese de influenciar um governo de salvação nacional, em 2011, ou ainda com o próprio engenheiro José Sócrates.

A entrevista completa no Jornal i

Tuesday, June 10, 2014

A cidade do silêncio

Na manhã de 10 de Junho de 1944 os tanques de soldados alemães chegam a Oradour-sur-Glane, pequena povoação de cerca de 1200 habitantes, perto de Limoges, França, e que se veio a tornar, na Europa Ocidental o símbolo da barbárie nazi.
Depois da guerra, o general De Gaulle decidiu que a aldeia não seria reconstruída, e se tornasse num memorial à dor da França durante a ocupação.

Numa (des)União Europeia cada vez mais distante dos ideais que estiveram na sua génese, onde os movimentos nacionalistas e de extrema-direita avançam com força um pouco por todo o lado, é pertinente recordar os horrores da guerra e os requintes de crueldade que foram antecedidos por um clima económico e social muito semelhante ao que vivemos actualmente.

Tuesday, October 01, 2013

Afinal o crime compensa...?

(...) "Mencionei também que a Comissão não mexeu um dedo para impedir o Regime Especial de Regularização Tributária III (Orçamento de Estado de 2012), que beneficiou os perpetradores de fraude e evasão fiscais com uma amnistia dos seus crimes, permitindo-lhes legalizar os capitais transferidos para paraísos fiscais e não declarados às autoridades tributárias, sem ter de os repatriar e mediante o pagamento de uma escandalosamente baixa taxa de 7.5%. Esta taxa valeu ao Estado apenas 258 milhões de euros, face aos mais de 3 mil milhões de euros identificados em contas no exterior - onde se acumulam muitos mais milhares de milhões, desviados do investimento e da economia em Portugal. O RERT III, sublinhe-se, não implica a identificação pública do beneficiário/detentor, nem cuida de apurar a origem, lícita ou ilícita, dos capitais legalizados, tratando-se de uma autêntica operação de lavagem de dinheiro, com selo de aprovação do Estado português, da Comissão Europeia e do BCE. Isto é, num Portugal intervencionado pela Troika, quem cometeu fraude e evasão fiscal, colocando capitais ilegalmente no exterior, acabou por ver perdoados os crimes fiscais e outros e ainda por ser beneficiado pelo Estado com um regime de total sigilo, impunidade e benefício fiscal."

Ana Gomes, eurodeputada, in Causa Nossa 

Sunday, December 09, 2012

Ler, ouvir e divulgar, por um futuro melhor para todos

Nos dias que correm a quantidade de informação que nos chega é de tal ordem, que todo o cuidado é pouco na sua interpretação e análise. Quero com isto dizer que muitas vezes as aparências iludem, ou seja, um determinado artigo que à primeira vista parece ser relevante e com um conteúdo bem estruturado, por vezes não é mais do que aquilo que estamos à espera de ler e ouvir, pecando por falta de contraditório e/ou fontes fidedignas, ou pouco credíveis.
Mas essa é uma preocupação e um cuidado que a todos nós compete, e não têm que ser substituídos por uma qualquer CENSURA (está tudo desmontado aqui), por mais vantagens e boas intenções de que ela transborde...
Há artigos que, pela sua importância, sustentação, profundidade de análise e, sobretudo, pela sua actualidade, têm a obrigação de ser divulgados o mais possível. Acredito muito sinceramente que, como cidadãos responsáveis que somos, QUANTO MAIS BEM INFORMADOS E CONSCIENTES estivermos acerca da difícil realidade que todos estamos a viver, bem como das suas causas e origens, mais facilmente nos uniremos a fim de se pôr termo à monstruosidade de que estamos a ser alvo, enquanto povo e enquanto nação.



..."A previsão (ONU) é de que, se não forem tomadas medidas (...) nos próximos 3 meses, a situação na Europa do Sul, em termos sociais, tornar-se-á implosiva e incontrolável..." é a opinião das Nações Unidas, em 17 de Novembro de 2012.

Artur Baptista da Silva é o coordenador em Portugal do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), e baseia todo o seu discurso em dados estatísticos credíveis, reconhecidos internacionalmente, quer por Portugal quer pela (des)União Europeia.

Garanto-vos que vale a pena ver esta apresentação na íntegra. Se bem que um pouco longa, é constituída por duas partes, e está elaborada numa linguagem quase sempre clara e perfeitamente compreensível pelo comum dos cidadãos, ou seja, não é, de todo, o economês a que infelizmente já estamos habituados. Está lá tudo, muito bem explicado e fundamentado: as origens dos nossos males, os interesses instalados por detrás de falsas solidariedades, os sucessivos erros desde a entrada de Portugal para a então CEE e os diferentes culpados... Não se limitando a criticar e a constatar o porquê do termos chegado a este beco sem saída, Artur Baptista da Silva / ONU aponta para possíveis saídas, através de poupanças de carácter financeiro e alterações da política fiscal que tem sido seguida (ou que nos tem sido imposta, vá-se lá saber...).




Basta de austeridade! Já chega de ouvirmos a afirmação - mil vezes repetida - de que temos vivido acima das nossas possibilidades. Talvez os políticos o tenham feito depois do 25 de Abril, os banqueiros de certeza que o fizeram e continuam a fazer (a eles TUDO lhes é permitido, até dizer baboseiras como as que temos que AGUENTAR), mas não venham atirar-nos com mais areia para os olhos.

Na Suíça, país onde actualmente vivo e trabalho, creio que nada disto seria possível, porque aqui existe consciência cívica, por tudo e por nada fazem referendos junto da população, os dirigentes e governantes normalmente demitem-se das suas funções, quando há casos de suspeição, já que não se sentem confortáveis para continuar a ocupar os seus lugares até se apurar se realmente houve ou não algum ilícito. Não quero com isto dizer que este país não tem defeitos, mas acho que Portugal tem muito que aprender com os suíços no que diz respeito a Democracia Directa.
Acima de tudo e de todos continuo a amar Portugal, orgulho-me de ser português, apesar de não ter orgulho nenhum - bem pelo contrário - em certos portugueses que se têm governado e nos continuam a (des)governar.

Sunday, July 01, 2012

Ontem já era tarde... acho eu!

Merkel Secures Vote for Euro Treaties

As expected, more than two-thirds of the lawmakers in Germany's parliament moved on Friday to approve the permanent euro rescue fund, the European Stability Mechanism, and a fiscal pact long championed by Chancellor Angela Merkel. However, the treaties still face a review by the country's highest court before they can be ratified
(....)
What's more, the bailout fund will be allowed to pump money directly into struggling European banks rather than pushing countries deeper into debt by loaning the money to governments themselves in exchange for austerity commitments. However, this can only happen after a single European banking supervision mechanism -- under the auspices of the ECB -- has been established, which could take some time.
(....)
Italian Prime Minister Mario Monti and Spanish Prime Minister Mariano Rajoy were able to secure the concessions by threatening to torpedo the €120 billion ($150 billion) European Union growth pact originally proposed by French President François Hollande, who had promised voters during his recent presidential campaign to secure a growth component to complement Merkel's fiscal pact. Even if experts doubt whether the growth pact will have much of an effect, Merkel had promised the successful passage of the pact to the opposition back home, as well as support for a financial transaction tax, in exchange for their support in ratifying the ESM and the fiscal pact in Friday's votes.

In SPIEGELONLINE

Para quem quiser ler o artigo na íntegra, clicar aqui

Tuesday, November 29, 2011

A (des)União Europeia

Vale a pena ler com atenção este excelente artigo de Nouriel Roubini, que não vê grandes alternativas para a saída da crise da Eurozona - dadas as conhecidas intransigências da Alemanha - a não ser o tão anunciado fim da moeda única. Aqui ficam alguns excertos:

"A crise na Zona Euro parece estar a atingir o seu auge: a Grécia à beira do incumprimento e uma inglória saída da união monetária, ao passo que Itália está prestes a perder o acesso ao mercado de financiamento. Mas os problemas da Zona Euro são muito mais profundos. São estruturais e penalizam severamente pelo menos quatro outras economias: Irlanda, Portugal, Chipre e Espanha.
Na última década, os PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha) eram os consumidores de primeiro e último recurso da Zona Euro, gastando mais do que obtinham de rendimentos e registando um défice de contas correntes cada vez maior. Ao mesmo tempo, os países do núcleo da Zona Euro (Alemanha, Holanda, Áustria e França) eram os produtores de primeiro e último recurso, gastando menos do que ganhavam e apresentando contas correntes crescentemente excedentárias.
(...)
Sendo Itália demasiado grande para falir, demasiado grande para salvar e agora no ponto de não retorno, já começou o fim do jogo na Zona Euro. Primeiro virão as reestruturações sequenciais e coercivas da dívida e em seguida virão as saídas da união monetária, o que acabará por levar à desintegração da Zona Euro.
In NEGOCIOS ONLINE

Sunday, November 27, 2011

A opinião de um filósofo alemão

Jürgen Habermas has had enough. The philosopher is doing all he can these days to call attention to what he sees as the demise of the European ideal. He hopes he can help save it -- from inept politicians and the dark forces of the market.
(...)
"On July 22, 2011, (German Chancellor) Angela Merkel and (French President) Nicolas Sarkozy agreed to a vague compromise -- which is certainly open to interpretation -- between German economic liberalism and French etatism," he writes. "All signs indicate that they would both like to transform the executive federalism enshrined in the Lisbon Treaty into an intergovernmental supremacy of the European Council that runs contrary to the spirit of the agreement."

Habermas refers to the system that Merkel and Sarkozy have established during the crisis as a "post-democracy." The European Parliament barely has any influence. The European Commission has "an odd, suspended position," without really being responsible for what it does. Most importantly, however, he points to the European Council, which was given a central role in the Lisbon Treaty -- one that Habermas views as an "anomaly." He sees the Council as a "governmental body that engages in politics without being authorized to do so."

He sees a Europe in which states are driven by the markets, in which the EU exerts massive influence on the formation of new governments in Italy and Greece, and in which what he so passionately defends and loves about Europe has been simply turned on its head.
(...)
In SPIEGEL ONLINE
O artigo completo aqui: http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,799237,00.html