"...with the release of the Panama Papers, which reveal the elaborate methods used by the wealthy to avoid paying back the societies that helped them to gain their wealth in the first place."
........................
"But while working and middle-class families pay their taxes or face consequences, the Panama Papers remind us that the worst of the 1% have, for years, essentially been stealing access to Americans’ common birthright, and to the benefits of our shared endeavors."
........................
"Because the truth is that we have all been robbed, systematically, by the world’s wealthiest people, for decades. They have used those stolen dollars to build yet more wealth for themselves, and all the while we have been arguing with ourselves over what to do with the leftover pennies."
Vale a pena ler o artigo na íntegra. The Guardian
Temas possíveis: música, humor, poesia, leituras/reflexões sociais, políticas e económicas (a ordem é irrelevante). Palavras que eu gosto e expressões fora de uso: real gana, por exemplo! Mais: aqui escreve-se à moda antiga, isto é, estou em desacordo com o "acordo" ortográfico.
Monday, April 11, 2016
Thursday, March 24, 2016
Para uma melhor compreensão do Islão
"... A maioria dos muçulmanos pensa que a sharia é divina, mas na verdade é uma construção humana na História. É uma lei construída no século IX, quase 250 anos depois da morte do Profeta."
...............
Hadiths: "Sim, são uma espécie de dogma manufacturado. Isso pode ser demonstrado muito claramente. Por exemplo, a sharia diz que um apóstata [alguém que abandona a religião] deve ser morto, mas o Corão diz que não há pertença compulsiva ao islão. A sharia diz que a mulher tem um estatuto inferior e deve cobrir-se, mas o Corão diz que homem e mulher são iguais. Há muitos aspectos da sharia que estão em completa contradição com o Corão. Afirmar que a sharia é divina é totalmente ridículo e grande parte do fundamentalismo vem de aceitar a sharia como lei divina."
...............
O fundamentalismo actual: "vem de uma área muito específica, vem da Arábia Saudita e da ideologia wahhabita. Até 1925, 1930, havia diferentes tradições do islão e pessoas que concordavam com umas e com outras. Havia jihads, mas tinham princípios éticos, eram lutas contra o colonialismo e o imperialismo, com regras claras, era proibido atacar civis, matar mulheres e crianças, matar prisioneiros."
...............
"Até aos anos 1920, os wahhabitas eram uma seita muito minoritária e as pessoas gozavam com eles, eram considerados fanáticos iletrados sem relevância. Mas esta seita tornou-se na ortodoxia muçulmana. E hoje, há duas questões fundamentais aqui. Por um lado, os muçulmanos aceitam esta ideologia porque reverenciam a Arábia Saudita de forma acrítica. Por ser lá que estão Meca e Medina, assume-se que como o Profeta nasceu em Meca estas pessoas teriam o melhor conhecimento do islão, quando têm o pior. Por outro, as potências ocidentais, a América, o Reino Unido, a França, a Alemanha, apoiaram a Arábia Saudita e os estados do Golfo por motivos económicos e militares, eles compram as armas que estes países produzem. Ao apoiar a Arábia Saudita, ignorando o seu fanatismo, dão-lhes liberdade de acção."
Ziauddin Sardar, in Jornal Público de 07/12/2015
Sublinhados meus. O artigo completo aqui
Sunday, March 20, 2016
No rescaldo do Dia do Pai
A única coisa importante na vida é ser um grande pai!
TEDTalks - Ric Elias
Monday, March 14, 2016
Os peões (também) podem ser multados
CÓDIGO DA ESTRADA
Artigo 101.º
Atravessamento da faixa de rodagem:
1 — Os peões não podem atravessar a faixa de rodagem sem previamente se certificarem de que, tendo em conta a distância que os separa dos veículos que nela transitam e a respectiva velocidade, o podem fazer sem perigo de acidente.
2 — O atravessamento da faixa de rodagem deve fazer-se o mais rapidamente possível.
3 — Os peões só podem atravessar a faixa de rodagem nas passagens especialmente sinalizadas para esse efeito ou, quando nenhuma exista a uma distância inferior a 50m, perpendicularmente ao eixo da faixa de rodagem.
4 — Os peões não devem parar na faixa de rodagem ou utilizar os passeios e as bermas de modo a prejudicar ou perturbar o trânsito.
5 — Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de € 10 a € 50.
Tuesday, March 08, 2016
The dark side of Angola
50% dos angolanos não têm acesso a qualquer cuidado de saúde...
Friday, February 26, 2016
Sunday, February 21, 2016
Music was my first love...
Giuseppe Verdi - Va pensiero (Nabucco)
Tuesday, February 02, 2016
Uma questão de remorsos
Há dois meses que andava a conduzir o seu camião sem conhecer qualquer mulher.
Eis que, de repente, vê uma freira na berma da estrada, novinha e bonitinha, a pedir boleia.
- Que Deus me perdoe! Pensou ele.
Parou o camião e a freira subiu.
- Bom dia, meu filho! Você pode levar-me até à localidade mais próxima?
- Bom dia, dona freira! Claro que sim! Mas tem um pequeno problema: MEU NOME É RODRIGÃO, SOU DE FAMALICÃO, MACHÃO, E QUEM ENTRA NO MEU CAMIÃO NÃO TEM PERDÃO!
Eis que, de repente, vê uma freira na berma da estrada, novinha e bonitinha, a pedir boleia.
- Que Deus me perdoe! Pensou ele.
Parou o camião e a freira subiu.
- Bom dia, meu filho! Você pode levar-me até à localidade mais próxima?
- Bom dia, dona freira! Claro que sim! Mas tem um pequeno problema: MEU NOME É RODRIGÃO, SOU DE FAMALICÃO, MACHÃO, E QUEM ENTRA NO MEU CAMIÃO NÃO TEM PERDÃO!
- Calma, meu filho! Aqui à frente está reservado para Deus; porém atrás está livre!
Rodrigo não esperou mais. Atirou-se à freira.
Consumado o acto, reiniciou a viagem, com remorsos do que tinha acontecido.
A freira interrompeu os seus pensamentos, dizendo:
- Meu filho, pode deixar-me aqui, que é o meu local de destino.
Rodrigo parou o camião e desculpou-se:
- Dona freira, desculpe o que aconteceu, mas como deve compreender é muito difícil esta vida solitária! Que Deus me perdoe!
- Não tem problema, meu filho! Deus vai-te perdoar, porque: MEU NOME É JUVENAL, SOU DO BOMBARRAL, HOMOSSEXUAL, E ESTA É A MINHA FANTASIA DE CARNAVAL...!
Rodrigo não esperou mais. Atirou-se à freira.
Consumado o acto, reiniciou a viagem, com remorsos do que tinha acontecido.
A freira interrompeu os seus pensamentos, dizendo:
- Meu filho, pode deixar-me aqui, que é o meu local de destino.
Rodrigo parou o camião e desculpou-se:
- Dona freira, desculpe o que aconteceu, mas como deve compreender é muito difícil esta vida solitária! Que Deus me perdoe!
- Não tem problema, meu filho! Deus vai-te perdoar, porque: MEU NOME É JUVENAL, SOU DO BOMBARRAL, HOMOSSEXUAL, E ESTA É A MINHA FANTASIA DE CARNAVAL...!
Thursday, January 14, 2016
You 'll Always Be On My Mind
Suli
Obrigado Suli por fazeres parte das nossas vidas nestes últimos 15 anos! Resta-me a convicção que nos deste sempre mais do que recebeste...
E no dia 20 alguém te encontrou, magrita, toda suja, mas viva!...
Monday, January 11, 2016
Gostaria de ter privado contigo, Bowie!...
Sunday, January 03, 2016
Saturday, December 26, 2015
Music was my first love...
Compay Segundo - La negra Tomasa
Monday, December 21, 2015
Sunday, December 13, 2015
Quando a poesia fala do amor que se extinguiu...
Aniversario
Veinte años de estar juntos esta tarde se han cumplido.
Para ti… flores… perfumes, para mi… algunos libros.
No te he dicho grandes cosas
porque… porque no me habrian salido,
ya sabes… cosas de viejos…
requemor de no haber sido.
Hace tiempo que intentamos abonar nuestro destino.
Tu… tu bajabas la persiana
Yo… yo apuraba mi ultimo vino.
Hoy, en esta noche fria,
casi… como ignorando el sabor del la soledad compartida,
quise hacerte una cancion
para cantar… despacito, como se duerme a los niños.
Y… y ya ves, solo… palabras sobre notas me han salido
que al igual que tu y que yo ni se importan … ni se estorban
se soportan amistosas,
mas… mas no son… no son una cancion.
Que helada que está esta casa…
Sera… sera que esta cerca el rio…
o… o es que estamos en invierno
y estan llegando… estan llegando
los frios.
Patxi Andión
Wednesday, December 09, 2015
E assim acontece... no século XXI
Técnicas de manipulação usadas pelos meios de comunicação social:
"O LINGUISTA NOAM CHOMSKY E AS 10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO DOS MÍDIA"
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTO-CULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')”.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTO-CULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Saturday, December 05, 2015
Music was my first love...
Rodrigo Leão & Lula Pena - Pasion
Tuesday, November 24, 2015
Farmacologia!
A professora pergunta aos alunos que medicamentos conhecem.
- Conheço a Aspirina para as dores - diz o Pedrinho
e o Luisinho logo a seguir diz outro:
- o Benuron para a febre!
A professora muito feliz com o conhecimento geral da turma e, virando-se para o Joãozinho, pergunta se conhece algum.
- O Viagra para a diarreia! responde o Joãozinho com o sentimento de dever cumprido.
Intrigada, a professora pergunta:
- O Viagra para a diarreia...???
- Sim, senhora professora! eu ouvi a minha mãe dizer ao meu pai:
- Toma Viagra para endurecer essa merdaaaaaaa...!
Sunday, November 22, 2015
Quem fala assim não é gago!
Marinho e Pinto - "Prós & Contras" 27 Maio 2013
Friday, November 20, 2015
Interesse público
O artigo 97 nº1 do decreto lei 72/2008 que rege o contrato de seguro informa: Se o seguro foi constituído em garantia, o tomador do seguro pode celebrar novo contrato de seguro com outro segurador, mantendo
as mesmas condições de garantia, sem consentimento do credor Isto significa que pode, em qualquer altura, alterar o seu seguro de vida do crédito
habitação sem o consentimento do Banco. Antes de o fazer verifique se na escritura ou documento particular que assinou na altura da compra da casa, se o spread está condicionado à contratação de produtos e serviços junto do Banco, nomeadamente os seguro de vida e multiriscos.
Em caso afirmativo, saiba que é ilegal.
Dou-lhe uma arma de negociação infalível: o decreto Lei 171/2008. O artigo
que se segue é elucidativo: Artigo 3.º Garantias no âmbito da renegociação
das condições do crédito
1 – Às instituições de crédito está vedada a cobrança de qualquer
comissão pela análise da renegociação das condições do crédito,
nomeadamente do spread ou do prazo da duração do contrato de mútuo.
2 – Às instituições de crédito está vedado fazer depender a renegociação
do crédito da aquisição de outros produtos ou serviços financeiros. Claro,
não é? E os Bancos continuam a condicionar o spread à contratação dos
seguros numa seguradora do grupo do Banco. Isso é ilegal. Obrigue o Banco a
aceitar o que é melhor para si. Utilize os argumentos dos decretos-lei aqui
citados. Caso o Banco não aceite ou não responda, há um instrumento que se
chama Livro de Reclamações. Use-o. O importante é que saiba que a Lei
permite liberdade de escolha. Não receie em tomar decisões que são melhores
para si. Divulgue este artigo. Quanto mais conhecimento as pessoas tiverem,
menor a possibilidade de serem “enganadas”
as mesmas condições de garantia, sem consentimento do credor Isto significa que pode, em qualquer altura, alterar o seu seguro de vida do crédito
habitação sem o consentimento do Banco. Antes de o fazer verifique se na escritura ou documento particular que assinou na altura da compra da casa, se o spread está condicionado à contratação de produtos e serviços junto do Banco, nomeadamente os seguro de vida e multiriscos.
Em caso afirmativo, saiba que é ilegal.
Dou-lhe uma arma de negociação infalível: o decreto Lei 171/2008. O artigo
que se segue é elucidativo: Artigo 3.º Garantias no âmbito da renegociação
das condições do crédito
1 – Às instituições de crédito está vedada a cobrança de qualquer
comissão pela análise da renegociação das condições do crédito,
nomeadamente do spread ou do prazo da duração do contrato de mútuo.
2 – Às instituições de crédito está vedado fazer depender a renegociação
do crédito da aquisição de outros produtos ou serviços financeiros. Claro,
não é? E os Bancos continuam a condicionar o spread à contratação dos
seguros numa seguradora do grupo do Banco. Isso é ilegal. Obrigue o Banco a
aceitar o que é melhor para si. Utilize os argumentos dos decretos-lei aqui
citados. Caso o Banco não aceite ou não responda, há um instrumento que se
chama Livro de Reclamações. Use-o. O importante é que saiba que a Lei
permite liberdade de escolha. Não receie em tomar decisões que são melhores
para si. Divulgue este artigo. Quanto mais conhecimento as pessoas tiverem,
menor a possibilidade de serem “enganadas”
Mais informações: +351 915 365 234
Sunday, November 15, 2015
Paris,13 Novembro 2015 (uma vez mais) o horror em directo
in Courrier inernational
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