Friday, June 27, 2014

A verdade sai da boca das crianças!

No infantário, a professora pergunta:
- Qual a parte do corpo que chega primeiro ao céu?
Uma menina levanta o braço:
-As mãos, professora !
-E porquê?
-Porque quando rezamos elevamos as mãos ao céu.
Nisto, o TOMÉ retrucou.

- Não, nada disso, são os pés!
- Ah sim TOMÉ , e porquê? - Pergunta a professora ...
- Bem, esta noite, fui ao quarto dos meus pais, a minha mãe tinha os pés no ar, e estava a gritar:
- Meu Deus, meu Deus, estou indo ao céu.. estou indo ao céu...

E ainda bem que o meu pai estava em cima dela segurando-a, senão, lá ia ela...

Sunday, June 22, 2014

Há algo de podre no reino da Dinamarca


O general Garcia dos Santos acusou hoje o Presidente da República de ser o "primeiro responsável" pela actual situação do país por "não marcar um rumo" ou "provocar um entendimento entre os partidos".
"Eu acho que o senhor Presidente da República é o primeiro responsável pela situação em que o país está. Porque não toma atitudes, não toma posições, não defende, não marca um rumo para o país, não provoca um entendimento entre os partidos políticos", afirmou. 
O general falava à Agência Lusa, a propósito da sua exoneração do cargo de vogal do Conselho das Ordens Nacionais, noticiada hoje pelo jornal digital "Observador".
Garcia dos Santos afirmou que não é a única personalidade a criticar publicamente Cavaco Silva, dizendo que o Presidente da República "é
criticado por toda a gente de responsabilidade" por "não provocar um entendimento entre os partidos".
"Eu discordo e não gosto da pessoa do senhor Presidente da República e portanto pedi a exoneração, exonerei-me, da chancelaria das Ordens. É tão simples quanto isto", acrescentou.
Segundo Garcia dos Santos, os apelos públicos de Cavaco Silva para que os partidos políticos procurem consensos são apenas palavras sem consequência.
"Falar é fácil. O que é preciso é atuar e é isso que ele não faz. Agora, demonstrem-me que estou errado", disse. O general pediu a exoneração do cargo no Conselho das Ordens Nacionais que funciona junto da Presidência da República, pedido que foi aceite.
Contactada pela Lusa, a Presidência da República não quis fazer qualquer comentário.
No passado dia 3, a Presidência da República anunciou que Cavaco Silva, chefe do Estado e Grão-Mestre das Ordens Honoríficas Portuguesas, nomeou como novos vogais do Conselho das Ordens Nacionais o antigo secretário-geral da UGT João Proença, o historiador Rui Lopes Ramos e o antigo presidente da câmara de Grândola Carlos Beato.
Garcia dos Santos foi um dos seis oficiais das Forças Armadas que comandaram o golpe militar de 25 de Abril de 1974. No governo do PS de António Guterres, Garcia dos Santos presidiu à Junta Autónoma das Estradas, da qual saiu após denunciar casos de corrupção. Foi chefe do Estado-Maior do Exército entre 1982 e 1983.
 In jornal "Económico" 

Saturday, June 21, 2014

A culpa, essa eterna solteirona

(...)

É por isto tudo que não aceito a culpabilização sistemática dos mais pobres e mais fracos e da classe média, por terem vivido “acima das suas posses”, mesmo quando não o fizeram. E mesmo quando havia uma casa a mais, um carro a mais, um ecrã plano a mais, um sofá a mais, um vestido ou um fato a mais, umas férias a mais, uma viagem a mais, recuso-me a colocar estes “excessos” no mesmo plano moral dos “outros”.
(...)
A completa desresponsabilização sobre a crise dos últimos anos, desencadeada pelo sistema financeiro, mas de que no fim este veio a beneficiar, marca moralmente como uma doença a sociedade da crise em que vivemos. O que choca as pessoas comuns e é uma fonte enorme de descrença da democracia e de sentimento de injustiça propício a todos os populismos, é que ninguém imagina que um ministro, primeiro-ministro ou Presidente se fosse sentar à mesa com alguém que tivesse desviado uns poucos milhares dos seus impostos ou tivesse um restaurante, uma barbearia, ou uma oficina de automóveis em modo de “economia paralela”, enquanto todos os viram nos últimos anos, em plena crise, conviver agradecidos e obrigados com estes homens que aparecem agora nos jornais como se tendo “esquecido” de declarar milhões de euros ao fisco ou estando à frente de instituições bancárias que emprestaram a amigos e familiares muitos milhões de que não se sabe o rastro, e tinham contabilidades paralelas.

José Pacheco Pereira, in jornal "Público". O artigo completo aqui  

Music was my first love...

 

Ella Fitzgerald & Louis Armstrong - Summertime 

Tuesday, June 10, 2014

A cidade do silêncio

Na manhã de 10 de Junho de 1944 os tanques de soldados alemães chegam a Oradour-sur-Glane, pequena povoação de cerca de 1200 habitantes, perto de Limoges, França, e que se veio a tornar, na Europa Ocidental o símbolo da barbárie nazi.
Depois da guerra, o general De Gaulle decidiu que a aldeia não seria reconstruída, e se tornasse num memorial à dor da França durante a ocupação.

Numa (des)União Europeia cada vez mais distante dos ideais que estiveram na sua génese, onde os movimentos nacionalistas e de extrema-direita avançam com força um pouco por todo o lado, é pertinente recordar os horrores da guerra e os requintes de crueldade que foram antecedidos por um clima económico e social muito semelhante ao que vivemos actualmente.

Wednesday, June 04, 2014

Frases

"Olhei-te e fiquei sem palavras.
Eu, que não gosto nada
de ficar sem munições."
(Joaquim Pessoa, in “Ano Comum”)

Wednesday, May 21, 2014

Why?

"What if everything has been happening at exactly the right moment...?
Why certain people come into our lives?"
Once and again, Season 1, Episode 22

Sunday, May 18, 2014

What a wonderful world!...

A Terra vista da ISS às 14h33 GMT do dia 9 de Maio de 2014

Transmissão em directo (live streaming via USTREAM): por vezes a imagem aparece completamente negra, quando a ISS "atravessa" o hemisfério da Terra onde é noite, e por vezes aparece cinza, quando não há comunicação ou aquando da troca das câmaras video. É só carregar neste atalho.

Este link também é muito útil para sabermos a localização exacta da ISS.

Friday, May 16, 2014

In Memoriam

Fez quatro anos no passado dia 14 de Maio que morreu José Luís Saldanha Sanches.


Num país dominado por oportunistas e por meia dúzia de famílias que não tiveram a coragem - ou a lucidez - de acompanhar a frenética evolução da sociedade em que vivemos, depressa são esquecidos os homens e as mulheres que conseguiram marcar o seu tempo, isto é, que efectivamente deixaram obra feita e, além disso, deram exemplos de honradez e desinteresse por honrarias mesquinhas, com que tantas vezes foram aliciados...

Aqui fica a minha singela homenagem, na forma deste poema de Sophia de Mello Breyner, que eu encontrei no "Elogio" feito pela esposa Maria José Morgado:

”Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A Força dos teus sonhos é tão forte,
Que tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias”.

Friday, April 25, 2014

Onde é que você estava no 25 de Abril de 1974?

Eu estava a estudar em Coimbra, frequentava o então Liceu Normal D. João III, hoje Liceu José Falcão. É claro que nesse dia - e nalguns subsequentes - não houve aulas. Cerco à Pide de Coimbra, manif's, RGA's, caça aos "reaças"...
Era tudo "novidade" para quem estava completamente "a leste" da política, só  mais tarde me apercebi do que era a máquina oleada da UEC/JC (juventude comunista PCP), por onde passaram muitos dos actuais políticos e das chamadas figuras públicas.

Já o Luiz Pacheco, um dos mais irreverentes (e esquecidos) escritores do séc. XX, relata assim o "seu" 25 de Abril:

(...)
"Meto à Rua Viriato e vou até ao quartel de Santa Marta (todas as tascas fechadas até ali). Dá-me vontade de rir ver os cabeças de nabo reunidos lá dentro, a falarem uns com os outros (é que obedeceram às ordens?). Mas logo ao lado há uma tasca restaurante, porta meio aberta, com gente e muito movimento (guardas a beber, outro a telefonar para casa e sossegar a mulher (?), diz que não há azar). Bebo uma Sagres e como uma sandes. E avanço para a linha de fogo, que não sei onde é. Metros andados, ouvem-se ao longe tiros e rajadas de metralhadora. Tipos que fogem. Mas onde será o tiroteio? Como a coisa parou, continuo a andar. Até que encontro, já não sei onde, o Almeida Santos e um tipo que é revisor no Diário de Lisboa ou no Popular, já não sei. Metemo-nos num táxi que sobe pela Calçada do Carmo. Mas logo populares avisam (ah, entretanto, perto do Tivoli, já tinha comprado um Diário de Notícias, com mais informes) que a rua está bloqueada. O carro faz marcha-atrás e mete (por onde?) para o Bairro Alto. Bebemos não sei o quê numa tasca, o revisor vai à vida, o Almeida Santos pira-se e eu avanço para os lados do Carmo. Na Rua da Misericórdia, muita gente, tropa e um tanque de respeito. Da janela da Redacção da República, o Vítor Direito e o Afonso Praça (aquele grita-me: “estás muito bonito hoje!”, eu levava o sujíssimo albornoz que me deu o Artur), noutra varanda o Álvaro Belo Marques, a quem pergunto: “como é que se entra para aí?”, porque a porta da escada da República está fechada. “Vai pelas traseiras!”. Vou mas também está fechada e logo à esquina aparece um vendedor com a última da República. É um verdadeiro assalto. Aí fico a saber dos chefes (Costa Gomes e Spínola) e o alvoroço é enorme. Já não sei bem: se vim ao Rossio, se de repente notei uma grande correria para o Terreiro do Paço. Sem perceber nada do que se passa, sigo a onda. No Terreiro do Paço, começa a chover. Há correrias e encontro uma rapariga que me conhece muito bem mas não topo logo."
(...)

O artigo completo aqui, via Centro de Documentação 25 de Abril

Thursday, April 24, 2014

Friday, April 18, 2014

Saturday, April 12, 2014

Há pessoas negligentes

Une blonde rentre chez elle après avoir fait du
shopping et elle entend des bruits bizarres venant de la
chambre à coucher.
Elle se précipite en haut et trouve son mari tout nu,
allongé sur le lit, en sueur et tout essoufflé.
Elle lui dit:
- Mais qu'est-ce qui se passe ?
Le mari lui répond:
- Je suis en pleine crise cardiaque
La blonde se précipite en bas pour appeler les
urgences, mais au moment de faire le numéro, son fils
de 4 ans arrive et dit:
- Maman, Maman, Tante Béa se cache dans ton
armoire et elle est toute nue.
La blonde raccroche brutalement et monte en vitesse
dans la chambre, ouvre la porte de l'armoire
violemment et, pour sûr, y trouve sa soeur,
complètement nue et recroquevillée par terre et elle
dit:
- Salope ! Mon mari est en train d'avoir une crise
cardiaque et tu joues à cache-cache avec les enfants...