UB40 - Can't help falling in love
Temas possíveis: música, humor, poesia, leituras/reflexões sociais, políticas e económicas (a ordem é irrelevante). Palavras que eu gosto e expressões fora de uso: real gana, por exemplo! Mais: aqui escreve-se à moda antiga, isto é, estou em desacordo com o "acordo" ortográfico.
Saturday, October 15, 2016
Thursday, October 13, 2016
Excelente escolha
BOB DYLAN (Robert Allen Zimmerman) - Prémio Nobel da Literatura 2016
Announcement of the Nobel Prize in Literature 2016
Thursday, October 06, 2016
Da série: "Engolir o sapo"
António Guterres, ex-primeiro ministro de Portugal, esconjurado por toda a direita e arredores (até por muito bom democrata dentro do próprio PS), neste belo dia de 6 de Outubro de 2016 passou de besta a bestial (o contrário dos treinadores que caem em desgraça)

"Por unanimidade e aclamação. O Conselho de Segurança das Nações Unidas escolheu o antigo primeiro-ministro português para liderar a organização. Decisão terá de ser ratificada pela AG da ONU" in TSF

"Por unanimidade e aclamação. O Conselho de Segurança das Nações Unidas escolheu o antigo primeiro-ministro português para liderar a organização. Decisão terá de ser ratificada pela AG da ONU" in TSF
Wednesday, September 28, 2016
SAGITTARIUS
The Promiscuous One (November 22 to December 21)
Spontaneous. High appeal. Rare to find. Great when found. Loves being in long relationships. So much love to give. A loner most of the time. Loses patience easily and will not take crap. If in a bad mood stay FAR away. Gets offended easily and remembers the offense forever. Loves deeply but at times will not show it, feels it is a sign of weakness. Has many fears but will not show it. VERY private person. Defends loved ones with all their abilities. Can be childish often. Not one to mess with. Very pretty. Very romantic. Nice to everyone they meet. Their Love is one of a kind. Silly, fun and sweet. Have own unique appeal. Most caring person you will ever meet! Amazing in bed!!! Not the kind of person you want to mess with- you might end up crying...
Spontaneous. High appeal. Rare to find. Great when found. Loves being in long relationships. So much love to give. A loner most of the time. Loses patience easily and will not take crap. If in a bad mood stay FAR away. Gets offended easily and remembers the offense forever. Loves deeply but at times will not show it, feels it is a sign of weakness. Has many fears but will not show it. VERY private person. Defends loved ones with all their abilities. Can be childish often. Not one to mess with. Very pretty. Very romantic. Nice to everyone they meet. Their Love is one of a kind. Silly, fun and sweet. Have own unique appeal. Most caring person you will ever meet! Amazing in bed!!! Not the kind of person you want to mess with- you might end up crying...
Sunday, September 18, 2016
Vivemos num mundo à beira do colapso
We live in a world on the verge of collapse
The Lie We Live - para ver, reflectir e partilhar...
Tuesday, August 23, 2016
Queria que os Portugueses
Queria que os portugueses
tivessem senso de humor
e não vissem como génio
todo aquele que é doutor
sobretudo se é o próprio
que se afirma como tal
só porque sabendo ler
o que lê entende mal
todos os que são formados
deviam ter que fazer
exame de analfabeto
para provar que sem ler
teriam sido capazes
de constituir cultura
por tudo que a vida ensina
e mais do que livro dura
e tem certeza de sol
mesmo que a noite se instale
visto que ser-se o que se é
muito mais que saber vale
até para aproveitar-se
das dúvidas da razão
que a si própria se devia
olhar pura opinião
que hoje é uma manhã outra
e talvez depois terceira
sendo que o mundo sucede
sempre de nova maneira
alfabetizar cuidado
não me ponham tudo em culto
dos que não citar francês
consideram puro insulto
se a nação analfabeta
derrubou filosofia
e no jeito aristotélico
o que certo parecia
deixem-na ser o que seja
em todo o tempo futuro
talvez encontre sozinha
o mais além que procuro.
Agostinho da Silva (1906-1994)
Wednesday, August 10, 2016
Music was my first love...
Miles Davis - Kind of Blue (1959, complete album)
Saturday, July 23, 2016
Politicians are awesome...
Monday, July 11, 2016
SOMOS ASSIM, NÓS, OS PORTUGUESES
Quem somos nós, afinal, os portugueses? Como podemos definir-nos?
Olhando o habitual pessimismo que domina as nossas conversas do dia a dia, somos um povo que lamenta sê-lo. Que se compara negativamente, quase com fanatismo, com todos os outros... mesmo com aqueles que, racionalmente, sabemos terem carências mais profundas do que nós.
Somos um povo bipolar. Do pessimismo que nos caracteriza habitualmente, passamos por euforias dum otimismo inexplicável e absurdo. Não somos nada, e somos tudo. Os trabalhadores mais mal pagos, mas também aqueles que desenrascam situações que mais ninguém consegue.
Somos desprezados pelas nossas próprias elites, que lamentam ser filhas de tão inculto país. Que nem entendem que o seu "snobismo" é, ele mesmo, próprio da maneira de pensar desse mesmo país. Elites que apregoam a sua superioridade cultural, e que desistem de tornar acessível essa mesma cultura ao povo de onde saíram.
Somos "foleiros" e "pimbas". Somos o que somos. Mas, se é verdade que sucumbimos facilmente ao populismo e à demagogia, se nos entusiasmamos por motivos fúteis, se só vemos as glórias desportivas e quase ignoramos as glórias do pensamento e da ciência, também temos uma coisa que poucos mais terão. Porque temos uma consciência coletiva duma persistência notável. Não somos homogéneos nem disciplinados. Somos, simplesmente, portugueses. Sentimentais. Por vezes, violentos. Os brandos costumes são um dos mitos mais falaciosos que nos foram impostos.
Não consigo dizer exatamente o que somos. Não creio que sejamos mais do que vulgares seres humanos, nem piores nem melhores que tantos outros. Mas somos. Simplesmente, somos.
É inútil protestar contra o vulgarismo de enchermos ruas e praças por um feito desportivo. Somos tantos a fazer isso, tantos a rebentar de alegria, que, mesmo que o escondamos, envergonhados, com medo das opiniões dos comentadores sempre críticos que dominam o nosso panorama cultural, não podemos negar que somos parte de um todo cujas características são muito próprias.
Somos também um fenómeno cultural. Que tem medo de se olhar ao espelho. Somos uma Olivença que, como a verdadeira, olhou para si e descobriu eu não se matam sentimentos por decreto.
Somos inexoravelmente portugueses. Tenhamos a coragem de o admitir. Não para criar impérios. Mas para ganharmos a autoestima necessária para olharmos os outros povos como iguais. Com culturas que respeitamos.
Só nos falta respeitar a nossa. Que está em nós. Que nos enche o peito de orgulho, mas que tem de ser mais constante.
Cumpra-se Portugal!
Estremoz, 11 de julho de 2016
Carlos Eduardo da Cruz Luna (in Facebook)
Olhando o habitual pessimismo que domina as nossas conversas do dia a dia, somos um povo que lamenta sê-lo. Que se compara negativamente, quase com fanatismo, com todos os outros... mesmo com aqueles que, racionalmente, sabemos terem carências mais profundas do que nós.
Somos um povo bipolar. Do pessimismo que nos caracteriza habitualmente, passamos por euforias dum otimismo inexplicável e absurdo. Não somos nada, e somos tudo. Os trabalhadores mais mal pagos, mas também aqueles que desenrascam situações que mais ninguém consegue.
Somos desprezados pelas nossas próprias elites, que lamentam ser filhas de tão inculto país. Que nem entendem que o seu "snobismo" é, ele mesmo, próprio da maneira de pensar desse mesmo país. Elites que apregoam a sua superioridade cultural, e que desistem de tornar acessível essa mesma cultura ao povo de onde saíram.
Somos "foleiros" e "pimbas". Somos o que somos. Mas, se é verdade que sucumbimos facilmente ao populismo e à demagogia, se nos entusiasmamos por motivos fúteis, se só vemos as glórias desportivas e quase ignoramos as glórias do pensamento e da ciência, também temos uma coisa que poucos mais terão. Porque temos uma consciência coletiva duma persistência notável. Não somos homogéneos nem disciplinados. Somos, simplesmente, portugueses. Sentimentais. Por vezes, violentos. Os brandos costumes são um dos mitos mais falaciosos que nos foram impostos.
Não consigo dizer exatamente o que somos. Não creio que sejamos mais do que vulgares seres humanos, nem piores nem melhores que tantos outros. Mas somos. Simplesmente, somos.
É inútil protestar contra o vulgarismo de enchermos ruas e praças por um feito desportivo. Somos tantos a fazer isso, tantos a rebentar de alegria, que, mesmo que o escondamos, envergonhados, com medo das opiniões dos comentadores sempre críticos que dominam o nosso panorama cultural, não podemos negar que somos parte de um todo cujas características são muito próprias.
Somos também um fenómeno cultural. Que tem medo de se olhar ao espelho. Somos uma Olivença que, como a verdadeira, olhou para si e descobriu eu não se matam sentimentos por decreto.
Somos inexoravelmente portugueses. Tenhamos a coragem de o admitir. Não para criar impérios. Mas para ganharmos a autoestima necessária para olharmos os outros povos como iguais. Com culturas que respeitamos.
Só nos falta respeitar a nossa. Que está em nós. Que nos enche o peito de orgulho, mas que tem de ser mais constante.
Cumpra-se Portugal!
Estremoz, 11 de julho de 2016
Carlos Eduardo da Cruz Luna (in Facebook)
Sunday, July 10, 2016
Apenas... CAMPEÕES!...
Sunday, June 26, 2016
Music was my first love...
Gioacchino Rossini - La Gazza Ladra
Monday, June 13, 2016
Thursday, June 09, 2016
Sunday, May 29, 2016
Music was my first love...
Peter Gabriel - Sledgehammer
Monday, May 16, 2016
Estatísticas
Sabedoria…
Pergunta o repórter;
– Que idade é que o senhor tem?
Responde o velho:
– Noventa e oito anos.
O repórter:
– Com essa idade, não tem medo de morrer?
Diz o velho:
– Não! Todas as estatísticas dizem que, na minha idade, morre muito pouca gente…
– Que idade é que o senhor tem?
Responde o velho:
– Noventa e oito anos.
O repórter:
– Com essa idade, não tem medo de morrer?
Diz o velho:
– Não! Todas as estatísticas dizem que, na minha idade, morre muito pouca gente…
Sunday, May 15, 2016
Tuesday, May 10, 2016
Pensamentos
"A origem de muitas das nossas decepções é
pensar que os outros fariam por nós aquilo que nós faríamos por eles. Esperamos
a mesma sinceridade, o mesmo altruísmo e reciprocidade, no entanto, os valores
que definem os nossos corações não são os mesmos que vivem na mente dos outros.
Não esperes nada de ninguém, espera tudo de ti mesmo, desse modo o teu coração
irá armazenar menos decepções."
Friday, May 06, 2016
Nonsense "Jolas"
-Dê-me uma cerveja, sff.
-Quer sem álcool?
-Não, quero sem lactose.
-Isso é um absurdo!
-Você é que começou!...
Thursday, April 14, 2016
Music was my first love...
Aldina Duarte - Ai meu amor se bastasse
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