Friday, May 05, 2023

Japanese wisdom

 12 conselhos valiosos da cultura japonesa para viver melhor:

  1. Ikigai - Encontre um propósito na vida e siga-o.
  2. Hara hachi bu - Pare de comer quando estiver 80% satisfeito.
  3. Shinrin-yoku - Passe mais tempo em contato com a natureza.
  4. Kaizen - Busque a melhoria contínua em tudo o que faz.
  5. Wabi-sabi - Aprecie a beleza da imperfeição e simplicidade.
  6. Yūgen - Busque a compreensão profunda e misteriosa das coisas.
  7. Kintsugi - Encontre a beleza na reparação de objetos quebrados.
  8. Mono no aware - Esteja consciente da impermanência da vida e aprecie-a.
  9. Gambatte - Persista e dê o seu melhor em tudo o que fizer.
  10. Omotenashi - Trate os outros com hospitalidade e respeito.
  11. Shitsurai - Mantenha a ordem e a limpeza em seu ambiente.
  12. Omoiyari - Pratique a empatia e o cuidado com as outras pessoas.
       By Douglas Rann

Wednesday, March 22, 2023

Dia Mundial da Água

 

Declaração Universal dos Direitos da Água

1- A água faz parte do patrimônio do planeta;

2 – A água é a seiva do nosso planeta;

3 – Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados;

4 – O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos;

5 – A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores;

6 – A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo;

7 – A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada;

8 – A utilização da água implica respeito à lei;

9 – A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social;

10 – O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.


Saturday, November 19, 2022

Blond conversation

UN AVION EST EN vol VERS TORONTO, QUAND UNE BLONDE EN 2ème CLASSE SE LÈVE ET SE DÉPLACE VERS LA SECTION DE PREMIÈRE CLASSE ET S'ASSOIT.

L'HÔTESSE DE L'AIR LA REGARDE FAIRE ET DEMANDE À VOIR SON BILLET.

ELLE DIT ALORS À LA BLONDE QU'ELLE A PAYÉ POUR LA 2eme CLASSE ET QU'ELLE DEVRA S'ASSEOIR À L'ARRIÈRE.

LA BLONDE RÉPOND : "JE SUIS BLONDE, JE SUIS BELLE, JE VAIS À TORONTO ET JE RESTE ICI."

L'HÔTESSE DE L'AIR VA DANS LE COCKPIT ET DIT AU PILOTE ET AU COPILOTE QU'IL Y A UNE BIMBO BLONDE ASSISE EN PREMIÈRE CLASSE, QUI DOIT S'ASSEOIR EN 2eme CLASSE MAIS REFUSE D'Y RETOURNER.

LE COPILOTE RETOURNE VERS LA BLONDE ET ESSAIE D'EXPLIQUER QUE, PARCE QU'ELLE N'A PAYÉ QUE POUR une 2eme CLASSE , ELLE DEVRA RETOURNER À SON SIÈGE.

LA BLONDE RÉPOND : "JE SUIS BLONDE, JE SUIS BELLE, JE VAIS À TORONTO ET JE RESTE ICI."

LE COPILOTE DIT AU PILOTE QU'IL DEVRAIT PROBABLEMENT FAIRE ATTENDRE LA POLICE QUAND ILS ATTERRIRONT POUR ARRÊTER CETTE FEMME BLONDE TÊTUE.

LE PILOTE DIT, "VOUS DITES QU'ELLE EST BLONDE? JE VAIS GÉRER CELA, JE SUIS MARIÉ À UNE BLONDE. JE PARLE BLONDE."

IL RETOURNE VERS LA BLONDE ET chuchote à son oreille, ET ELLE DIT, "OH, JE SUIS DÉSOLÉE." ET SE LÈVE ET RETOURNE À SON SIÈGE EN 2ème CLASSE .

L'hôtesse de l'air et le copilote sont émerveillés et lui demandent ce qu'il avait dit pour la faire bouger en toute simplicité.

"JE LUI AI DIT , 'LA PREMIÈRE CLASSE NE VA PAS À TORONTO."

Friday, October 14, 2022

Tuesday, August 23, 2022

Humanismo no estado puro

Eu (ainda) tenho uma doença.

"Não sei se estas palavras acabarão de uma forma triste ou alegre. Como quase sempre escrevo sem saber onde isto vai dar. Há dois anos que tenho uma doença que me conseguiu tirar a vontade de viver. Se eu queria morrer? Digamos que não me importava muito. Eu perdi a vontade de viver, porque perdi o sentido da minha vida. Perdi a inspiração, perdi a motivação, perdi a capacidade de fazer tudo aquilo que eu quero fazer, e aquilo que é a única coisa que eu realmente sei fazer: ajudar a salvar vidas. Perdi a conta aos fins de semana inteiros que passei em casa sozinho a chorar. Acho que posso dizer que tenho ou tinha uma carapaça emocional muito forte. Já há muito que não sei quantas pessoas me morreram nas mãos, nem quantas eu ajudei a salvar. Mulheres, crianças, inocentes, terroristas... tudo. Pessoas. E mesmo tendo as emoções esticadas quase ao limite do que o ser humano possa aguentar, quebrei com esta merda desta doença. Bati no fundo vezes e vezes sem conta, descobrindo sempre um fundo mais fundo, sem saber se seria esse o verdadeiro fundo. O sofrimento e as tristezas corroeram a minha alma. As réplicas das ondas de choque do sofrimento são inimagináveis. Uma de muitas foi ver como a tristeza mudou a minha personalidade... para pior, claro. A solidão, a desilusão, a peneira dos que achava amigos/as são simbióticos com o que a dor crónica me tem causado. Fiz muito mal a mim próprio ao sofrer as dores da dor, e pior, ao não conseguir evitar, não afundar comigo as pessoas que são a minha razão de existir. Foi o que mais me doeu até hoje, mas talvez tenha sido aí que tudo mudou. Viver a mim tristeza, eu suporto, mas magoar e destruir o sol e a lua da minha vida, eu não conseguirei suportar. E por isso escrevo este texto, e por isso volto a escrever.
Há 3 coisas que paulatinamente me têm trazido mais sorrisos, mais força, e mais clareza de espírito. A primeira é a vontade de fazer feliz as pessoas de quem eu mais gosto. Simples, e é tudo o que interessa nesta vida. A segunda é uma melhor compreensão da minha doença. Sou um homem da ciência e carrego a cruz de ser o gestor do meu processo clínico, o que poderia parecer uma vantagem, mas no meu coração não o é. Até prova em contrário, as minhas dores crónicas dos membros inferiores, altamente agravadas pelas posturas de sentado e de pé, são o resultado de uma infecção de uma bactéria que se chama Borrelia, e que mesmo depois de tratada deixou informação no meu sistema imunitário para fazer mal aos meus nervos periféricos e ao meu sistema nervoso central. Isto não tem cura, mas pelo menos tem cara. E agora, com mais convicção sei que tipo de estratégias terapêuticas podem ter alguma utilidade, e não menos importante, que portas é que não vale a pena abrir. Devo ter sido infectado por causa dos meus cães, e mesmo assim adoro-os e nunca pergunto “porquê eu?”, porque a vida é mesmo assim. A nossa existência é preciosa mas frágil, e a única certeza que temos é que as doenças acontecem e que vamos morrer. O que me leva ao terceiro ponto. Vamos todos morrer, mas e até lá o que fazer? O sentido da vida. Simples, mágico e todo poderoso. Não é estanque, certamente não é o mesmo para todos, e está sempre a precisar de ser nutrido e consagrado. Talvez nunca mais venha a conseguir voltar a ser médico, o que me parte o coração em pedacinhos. Talvez nunca mais consiga ir em missão, o que para mim é como se me matassem um filho... mas, e este “mas” é a sumula do que eu quero dizer: Eu vou continuar a lutar pelas vozes que trago no meu coração, e pelas promessas que outrora fiz a mim próprio quando estava na minha versão mais bonita.
Entristece-me ver um mundo de gente fútil, snob, egoísta, hipócrita, gananciosa e com enorme desprezo para com a sua própria família chamada humanidade. Mas eu tive a sorte, o privilégio e por isso carrego a responsabilidade, de ter visto, convivido e trabalhado com os melhores dos melhores. Os bons. Os humanos. Os genuínos. Os carinhosos. Os corajosos. Os lutadores por algo maior do que nós próprios, porque só vale a pena viver por algo que estamos dispostos a morrer... e é esse o meu norte, o meu Porto, a minha inspiração, o meu sentido da vida. Sabendo que nada vou conseguir, mas serei feliz a tentar. Nós somos o problema, e nós somos a solução. E a nossa visão de mundo depende mais dos nossos olhos, do que do mundo propriamente dito, e a felicidade está no nosso sentido poético de saber escolher a perspectiva para melhor ver. Dito isto, somos as emoções que cultivamos.
Vou escrever, vou pintar, vou aprender, vou sonhar, vou sorrir, vou ensinar... sei lá. Vou fazendo o que o meu coração me disser, batendo pelo caminho certo. E se gostas mais dos sapatos do que do caminho, é porque não mereces caminhar.
Tenho muitas desilusões amarradas na garganta, mas tenho também uma boa mão cheia de gente a quem eu devo a minha vida, e que me fazem chorar de boas emoções e sorrir quando fecho os olhos. Por esses, tudo farei.
Comecei este texto a chorar e acabo a sorrir. Adorava não ter esta doença, mas tenho. Dizer que estou bem seria demasiado floreado, mas estou melhor, e no caminho certo.
O tal caminho... o da bondade, e da integridade que são as maiores riquezas que podemos almejar conquistar... e eu vou á luta, fazer por merecer.
Para a minha mãe, cuja beleza não cabe neste universo."

Gustavo Carona, in Facebook

Wednesday, August 17, 2022

Music was my first love...

"Ya sabes, cosas de viejos..."

20 Aniversario (palabras) - Patxi Andión