Madness - Night boat to Cairo
Temas possíveis: música, humor, poesia, leituras/reflexões sociais, políticas e económicas (a ordem é irrelevante). Palavras que eu gosto e expressões fora de uso: real gana, por exemplo! Mais: aqui escreve-se à moda antiga, isto é, estou em desacordo com o "acordo" ortográfico.
Wednesday, March 26, 2014
Thursday, March 13, 2014
Wednesday, March 12, 2014
Sunday, March 09, 2014
No limiar do desconhecido
(...) According to the paper, this woman enters her out-of-body state right before sleeping, visualizing herself from above. She started doing so during naptime in preschool, they write. She currently only does it sometimes.
The researchers wrote in the paper:
She was able to see herself rotating in the air above her body, lying flat, and rolling along with the horizontal plane. She reported sometimes watching herself move from above but remained aware of her unmoving "real" body...
O artigo completo aqui
O que vale saber línguas...
Um alemão, procurando orientação sobre o caminho, pára o carro ao lado de outro com dois alentejanos dentro.
O alemão pergunta:
- 'Entschuldigung, können sie Deutsch sprechen?'
Os dois alentejanos ficaram mudos.
Tentou de novo:
- 'Excusez-moi, parlez vous français?'
Os dois continuaram a olhar para ele impávidos e serenos.
- 'Prego signori, parlate italiano?'
Nada por parte dos alentejanos.
- 'Hablan ustedes español?'
Nenhuma resposta.
- 'Please, do you speak English?'
Nada....
O alemão pergunta:
- 'Entschuldigung, können sie Deutsch sprechen?'
Os dois alentejanos ficaram mudos.
Tentou de novo:
- 'Excusez-moi, parlez vous français?'
Os dois continuaram a olhar para ele impávidos e serenos.
- 'Prego signori, parlate italiano?'
Nada por parte dos alentejanos.
- 'Hablan ustedes español?'
Nenhuma resposta.
- 'Please, do you speak English?'
Nada....
Angustiado, o alemão desiste e vai-se embora.
Um dos alentejanos vira-se para o outro e diz:
- Talvêz devêssemos aprenderi uma língua estrangêra...
- Mas p'ra quê, compadri? Aquele gajo sabia cinco e adiantou-lhe alguma coisa?
Um dos alentejanos vira-se para o outro e diz:
- Talvêz devêssemos aprenderi uma língua estrangêra...
- Mas p'ra quê, compadri? Aquele gajo sabia cinco e adiantou-lhe alguma coisa?
Tuesday, February 25, 2014
Music was my first love...
Clã - Problema de expressão
Saturday, February 22, 2014
Portugal contemporâneo na óptica de Adriano Moreira
Adriano Moreira tem 91 anos. Nunca viu um Portugal assim. Nunca viu um mundo assim. Fala da decadência do mundo ocidental, não fala apenas de políticos e de políticas ruinosas. Não deixa, contudo, de sublinhar que “não é com fórmulas aritméticas que se governam os países”. Fala de um princípio de solidariedade que ainda é a marca maior da identidade europeia. Onde vai ele? Nesta entrevista, fala-se do futuro com um homem que já viveu muito. E que usa expressões como “remédios” quando aponta soluções para um país em estado comatoso. Somos um corpo doente? A revolução está iminente? A resposta talvez esteja, como sempre está, quando se trata de grandes cataclismos, na fome.
É um pouco extensa mas vale a pena ler a entrevista completa
É um pouco extensa mas vale a pena ler a entrevista completa
Friday, February 21, 2014
Para reflectir
Sunday, February 16, 2014
Friday, February 14, 2014
Happy Valentine's
![]() |
| "Le Baiser de l'hôtel de ville", Paris 1950 - Robet Doisneau |
"Comportamo-nos como se as pessoas de quem gostamos fossem durar para sempre. Em vida não fazemos nunca o esforço consciente de olhar para elas como quem se prepara para lembrá-las. Quando elas desaparecem, não temos delas a memória que nos chegue. Para as lembrar, que é como quem diz, prolongá-las. A memória é o sopro com que os mortos vivem através de nós. Devemos cuidar dela como da vida.
Devemos tentar aprender de cor quem amamos. Tentar fixar. Armazená-las para o dia em que nos fizerem falta. São pobres as maneiras que temos para o fazer, é tão fraca a memória, que todo o esforço é pouco. Guardá-las é tão difícil. Eu tenho um pequeno truque. Quando estou com quem amo, quando tenho a sorte de estar à frente de quem adivinho a saudade de nunca mais a ver, faço de conta que ela morreu, mas voltou mais um único dia, para me dar uma última oportunidade de a rever, olhar de cima a baixo, fazer as perguntas que faltou fazer, reparar em tudo o que não vi; uma última oportunidade de a resguardar e de a reter. "
Miguel Esteves Cardoso
Devemos tentar aprender de cor quem amamos. Tentar fixar. Armazená-las para o dia em que nos fizerem falta. São pobres as maneiras que temos para o fazer, é tão fraca a memória, que todo o esforço é pouco. Guardá-las é tão difícil. Eu tenho um pequeno truque. Quando estou com quem amo, quando tenho a sorte de estar à frente de quem adivinho a saudade de nunca mais a ver, faço de conta que ela morreu, mas voltou mais um único dia, para me dar uma última oportunidade de a rever, olhar de cima a baixo, fazer as perguntas que faltou fazer, reparar em tudo o que não vi; uma última oportunidade de a resguardar e de a reter. "
Miguel Esteves Cardoso
Sunday, February 02, 2014
Music was my first love...
Take five foi uma das minhas "portas de entrada" para o mundo do jazz
Friday, January 31, 2014
Momentos de humor
É um pouco longo mas vale a pena ver até ao fim! Tá demais!...
Thursday, January 30, 2014
A velha Academia
Nos tempos em que passei por Coimbra na qualidade de estudante não havia praxes, a Academia estava de luto por motivos políticos, como se sabe.
Praticamente ninguém usava o traje, até porque os raríssimos estudantes que se atreviam a tal eram muito mal vistos, quiçá mesmo marginalizados.
Quando essas tradições ressurgiram, muitos anos mais tarde depois do 25 de Abril, nunca atribuí especial importância - mesmo até quando a minha filha a elas aderiu de alma e coração, certamente por influência dos amigos e companheiros da altura, e não porque ela tivesse necessidade de tal para se "integrar" no meio estudantil.
As humilhações e as atitudes de subserviência sempre me causaram repugnância, assim como certos exageros, nomeadamente os do foro alcoólico, que se verificam nâo só nas chamadas festas maiores - a Latada e a Queima das Fitas - mas praticamente durante todo o ano escolar.
Revejo-me completamente neste artigo de José Pacheco Pereira, de que transcrevo algumas passagens:
"É-me pessoalmente repugnante o espectáculo que se pode ver nas imediações das escolas universitárias e um pouco por todo o lado nas cidades que têm população escolar, de cortejos de jovens pastoreados por um ou dois mais velhos, vestidos de padres, ou seja, de “traje académico”, em posturas de submissão, ou fazendo todo o género de humilhações em público, não se sabe muito bem em nome de quê.
...
Ao institucionalizar a obediência aos mais absurdos comandos, a humilhação dos caloiros perante os veteranos, a promessa era a do exercício futuro do mesmo poder de vexame, mostrando como o único conteúdo da praxe é o da ordem e do respeito pela ordem, assente na hierarquia do ano do curso. Mas quem respeita uma hierarquia ao ponto da abjecção está a fazer o tirocínio para respeitar todas as hierarquias. Se fores obediente e lamberes o chão, podes vir a mandar, quando for a tua vez, e, nessa altura, podes escolher um chão ainda mais sujo, do alto da tua colher de pau. És humilhado, mas depois vingas-te. "
O artigo completo aqui.
Friday, January 17, 2014
Music was my first love...
The Beatles - Sgt Peppers Lonely Heart Club Band
Sunday, January 05, 2014
Tuesday, December 31, 2013
Mensagem para o Ano Novo
Friday, December 27, 2013
Music was my first love...
WAR - 5 de Mayo
Mais vale terminar o ano com humor
Ia uma freira a caminho do convento quando uma flamante loira lhe ofereceu boleia. A freira entra no carro e começa a reparar no seu luxuoso interior:
- Mas que belo carro a senhora tem! Deve ter trabalhado muito arduamente para o conseguir comprar...
- Olhe irmã, por acaso não foi bem assim. Foi um industrial com quem dormi durante uns tempos que mo ofereceu!
Entretanto, a freira olha para o banco de trás onde estava pousado um luzidio casaco de vison e exclama:
- Oh! O seu casaco de peles é lindo! Deve ter custado uma fortuna.
- Não me custou muito pois bastou-me passar umas quantas noites com um futebolista.
Após ouvir isto, a freira manteve-se calada durante o resto da viagem. Ao chegar ao convento, foi para os seus aposentos tomar um revigorante banho.
Estava a freira na banheira quando ouve alguém a bater a porta do seu quarto.
- Quem é?
- Sou eu, o padre Afonso.
- Sabes uma coisa? Vai-te foder, tu mais os teus rebuçados de menta!!!
Subscribe to:
Comments (Atom)







