Tuesday, September 18, 2012

Music was my first love...


Faleceu em Mafra, com 79 anos de idade, o grande cantor, poeta e antifascista Luiz Goes, uma das referências do fado/canção de Coimbra...

Tuesday, September 11, 2012

Há 11 anos, o horror em directo...

 

Puxão de orelhas a Pedro Passos Coelho


CARTA AO PRIMEIRO-MINISTRO DE PORTUGAL
 
Exmo. Senhor Primeiro Ministro

Hesitei muito em dirigir-lhe estas palavras, que mais não dão do que uma pálida ideia da onda de indignação que varre o país, de norte a sul, e de leste a oeste. Além do mais, não é meu costume nem vocação escrever coisas de cariz político, mais me inclinando para o pelouro cultural. Mas há momentos em que, mesmo que não vamos nós ao encontro da política, vem ela, irresistivelmente, ao nosso encontro. E, então, não há que fugir-lhe.

Para ser inteiramente franco, escrevo-lhe, não tanto por acreditar que vá ter em V. Exa. qualquer efeito — todo o vosso comportamento, neste primeiro ano de governo, traindo, inescrupulosamente, todas as promessas feitas em campanha eleitoral, não convida à esperança numa reviravolta! — mas, antes, para ficar de bem com a minha consciência. Tenho 82 anos e pouco me restará de vida, o que significa que, a mim, já pouco mal poderá infligir V. Exa. e o algum que me inflija será sempre de curta duração. É aquilo a que costumo chamar “as vantagens do túmulo” ou, se preferir, a coragem que dá a proximidade do túmulo. Tanto o que me dê como o que me tire será sempre de curta duração. Não será, pois, de mim que falo, mesmo quando use, na frase, o “odioso eu”, a que aludia Pascal.

Mas tenho, como disse, 82 anos e, portanto, uma alongada e bem vivida experiência da velhice — a minha e da dos meus amigos e familiares. A velhice é um pouco — ou é muito – a experiência de uma contínua e ininterrupta perda de poderes. “Desistir é a derradeira tragédia”, disse um escritor pouco conhecido. Desistir é aquilo que vão fazendo, sem cessar, os que envelhecem. Desistir, palavra horrível. Estamos no verão, no momento em que escrevo isto, e acorrem-me as palavras tremendas de um grande poeta inglês do século XX (Eliot): “Um velho, num mês de secura”... A velhice, encarquilhando-se, no meio da desolação e da secura. É para isto que servem os poetas: para encontrarem, em poucas palavras, a medalha eficaz e definitiva para uma situação, uma visão, uma emoção ou uma ideia.

A velhice, Senhor Primeiro Ministro, é, com as dores que arrasta — as físicas, as emotivas e as morais — um período bem difícil de atravessar. Já alguém a definiu como o departamento dos doentes externos do Purgatório. E uma grande contista da Nova Zelândia, que dava pelo nome de Katherine Mansfield, com a afinada sensibilidade e sabedoria da vida, de que V. Exa. e o seu governo parecem ter défice, observou, num dos contos singulares do seu belíssimo livro intitulado The Garden Party: “O velho Sr. Neave achava-se demasiado velho para a primavera.” Ser velho é também isto: acharmos que a primavera já não é para nós, que não temos direito a ela, que estamos a mais, dentro dela... Já foi nossa, já, de certo modo, nos definiu. Hoje, não. Hoje, sentimos que já não interessamos, que, até, incomodamos. Todo o discurso político de V. Exas., os do governo, todas as vossas decisões apontam na mesma direcção: mandar-nos para o cimo da montanha, embrulhados em metade de uma velha manta, à espera de que o urso lendário (ou o frio) venha tomar conta de nós. Cortam-nos tudo, o conforto, o direito de nos sentirmos, não digo amados (seria muito), mas, de algum modo, utilizáveis: sempre temos umas pitadas de sabedoria caseira a propiciar aos mais estouvados e impulsivos da nova casta que nos assola. Mas não. Pessoas, como eu, estiveram, até depois dos 65 anos, sem gastar um tostão ao Estado, com a sua saúde ou com a falta dela. Sempre, no entanto, descontando uma fatia pesada do seu salário, para uma ADSE, que talvez nos fosse útil, num período de necessidade, que se foi desejando longínquo. Chegado, já sobre o tarde, o momento de alguma necessidade, tudo nos é retirado, sem uma atenção, pequena que fosse, ao contrato anteriormente firmado. É quando mais necessitamos, para lutar contra a doença, contra a dor e contra o isolamento gradativamente crescente, que nos constituímos em alvo favorito do tiroteio fiscal: subsídios (que não passavam de uma forma de disfarçar a incompetência salarial), comparticipações nos custos da saúde, actualizações salariais — tudo pela borda fora. Incluindo, também, esse papel embaraçoso que é a Constituição, particularmente odiada por estes novos fundibulários. O que é preciso é salvar os ricos, os bancos, que andaram a brincar à Dona Branca com o nosso dinheiro e as empresas de tubarões, que enriquecem sem arriscar um cabelo, em simbiose sinistra com um Estado que dá o que não é dele e paga o que diz não ter, para que eles enriqueçam mais, passando a fruir o que também não é deles, porque até é nosso.

Já alguém, aludindo à mesma falta de sensibilidade de que V. Exa. dá provas, em relação à velhice e aos seus poderes decrescentes e mal apoiados, sugeriu, com humor ferino, que se atirassem os velhos e os reformados para asilos desguarnecidos, situados, de preferência, em andares altos de prédios muito altos: de um 14º andar, explicava, a desolação que se comtempla até passa por paisagem. V. Exa. e os do seu governo exibem uma sensibilidade muito, mas mesmo muito, neste gosto. V. Exas. transformam a velhice num crime punível pela medida grande. As políticas radicais de V. Exa, e do seu robôtico Ministro das Finanças — sim, porque a Troika informou que as políticas são vossas e não deles... — têm levado a isto: a uma total anestesia das antenas sociais ou simplesmente humanas, que caracterizam aqueles grandes políticos e estadistas que a História não confina a míseras notas de pé de página.

Falei da velhice porque é o pelouro que, de momento, tenho mais à mão. Mas o sofrimento devastador, que o fundamentalismo ideológico de V. Exa. está desencadear pelo país fora, afecta muito mais do que a fatia dos velhos e reformados. Jovens sem emprego e sem futuro à vista, homens e mulheres de todas as idades e de todos os caminhos da vida — tudo é queimado no altar ideológico onde arde a chama de um dogma cego à fria realidade dos factos e dos resultados. Dizia Joan Ruddock não acreditar que radicalismo e bom senso fossem incompatíveis. V. Exa. e o seu governo provam que o são: não há forma de conviverem pacificamente. Nisto, estou muito de acordo com a sensatez do antigo ministro conservador inglês, Francis Pym, que teve a ousadia de avisar a Primeira Ministra Margaret Thatcher (uma expoente do extremismo neoliberal), nestes termos: “Extremismo e conservantismo são termos contraditórios”. Pym pagou, é claro, a factura: se a memória me não engana, foi o primeiro membro do primeiro governo de Thatcher a ser despedido, sem apelo nem agravo. A “conservadora” Margaret Thatcher — como o “conservador” Passos Coelho — quis misturar água com azeite, isto é, conservantismo e extremismo. Claro que não dá.

Alguém observava que os americanos ficavam muito admirados quando se sabiam odiados. É possível que, no governo e no partido a que V. Exa. preside, a maior parte dos seus constituintes não se aperceba bem (ou, apercebendo-se, não compreenda), de que lavra, no país, um grande incêndio de ressentimento e ódio. Darei a V. Exa. — e com isto termino — uma pista para um bom entendimento do que se está a passar. Atribuíram-se ao Papa Gregório VII estas palavras: “Eu amei a justiça e odiei a iniquidade: por isso, morro no exílio.” Uma grande parte da população portuguesa, hoje, sente-se exilada no seu próprio país, pelo delito de pedir mais justiça e mais equidade. Tanto uma como outra se fazem, cada dia, mais invisíveis. Há nisto, é claro, um perigo.

De V. Exa., atentamente,

 
Eugénio Lisboa

Sunday, September 09, 2012

Coincidências democráticas intemporais

Já repararam que quando alguém critica o governo, seja um bispo, um responsável desportivo, um empresário “vermelho”, um chefe dos bombeiros, uma autarca mais atrevido, vinte e quatro horas depois, aparece alguma notícia danosa, verdadeira ou falsa, populista ou insidiosa, a atacar a sua reputação e os seus motivos?

Os homens livres deveriam preocupar-se com a coincidência.
 
José Pacheco Pereira in Abrupto

Music was my first love...


Wednesday, September 05, 2012

Music was my first love...


 
Para mim o grupo-revelação de 2011

Lugar

Há uma rosa no solitário da janela, champagne nos copos, Verdi no ar. O relógio parou. Eu leio-te o desejo nos olhos, tu lês-me Borges depois do amor. O lugar, que importa? Pode ser uma mansarda em Montmartre, uma villa em Scirmione, uma caverna em Matmata, uma cabine no Expresso do Oriente, uma cubata no Quénia ou um mosteiro suspenso nos Himalaias. Ou pode ser simplesmente o nosso quarto, com o mundo inteiro aos pés. O lugar somos nós, onde quer que estejamos.

Ana Vidal

Saturday, September 01, 2012

It's the Law!

Law of Mechanical Repair – After your hands become coated with grease, your nose will begin to itch and you’ll have to pee.

Law of Gravity – Any tool, nut, bolt, screw, when dropped, will roll to the least accessible place in the universe.

Law of Probability – The probability of being watched is directly proportional to the stupidity of your act.

Law of Random Numbers – If you dial a wrong number, you never get a busy signal – and someone always answers.

Variation Law – If you change lines (or traffic lanes), the one you were in will always move faster than the one you are in now (works every time).

Law of the Bath – When the body is fully immersed in water, the telephone rings.

Law of Close Encounters – The probability of meeting someone you know INCREASES dramatically when you are with someone you don’t want to be seen with.

Law of the Result – When you try to prove to someone that a machine won’t work, IT WILL!!!

Law of Biomechanics – The severity of the itch is inversely proportional to the reach.

Law of the Theater & Hockey Arena – At any event, the people whose seats are furthest from the aisle, always arrive last. They are the ones who will leave their seats several times to go for food, beer, or the toilet and who leave early before the end of the performance or the game is over. The folks in the aisle seats come early, never move once, have long gangly legs or big bellies and stay to the bitter end of the performance. The aisle people also are very surly folk.

The Coffee Law – As soon as you sit down to a cup of hot coffee, your boss will ask you to do something which will last until the coffee is cold.

Murphy’s Law of Lockers – If there are only 2 people in a locker room, they will have adjacent lockers.

Law of Physical Surfaces – The chances of an open-faced jelly sandwich landing face down on a floor, are directly correlated to the newness and cost of the carpet or rug.

Law of Logical Argument – Anything is possible IF you don’t know what you are talking about.

Brown’s Law of Physical Appearance – If the clothes fit, they’re ugly.

Oliver’s Law of Public Speaking –A CLOSED MOUTH GATHERS NO FEET!!!

Wilson’s Law of Commercial Marketing Strategy - As soon as you find a product that you really like, they will stop making it.

Doctors’ Law – If you don’t feel well, make an appointment to go to the doctor, by the time you get there you’ll feel better.. But don’t make an appointment, and you’ll stay sick.

Thanks to Bits and Pieces

Music was my first love...


Friday, August 31, 2012

Ainda há pessoas sérias...

Dois casais amigos jogam cartas a seguir ao jantar. Às tantas,  Nuno, o homem da casa, deixa cair acidentalmente o baralho ao chão.
Ao baixar-se por baixo da mesa para as apanhar, verifica que a Joana, a amiga visitante, não tem nada por baixo da saia e fica perturbado pela visão....
Um pouco depois, o Nuno vai à cozinha para buscar mais umas bebidas e a Joana acompanha-o para ajudar... De repente a Joana pergunta ao Nuno: "Notei que deves ter gostado do que viste quando estiveste debaixo da mesa. Por acaso estás interessado em experimentar? Basta que me dês 250 Euros e eu sou toda tua por uma tarde..."
O Nuno nem pensou duas vezes: "Claro que quero! Pode ser 6ª feira à tarde?
Pode ser em tua casa?" (...}, Sexta à tarde, o Nuno lá foi ter a casa da Joana, deu-lhe os 250 Euros como combinado, e seguiram-se duas horas de sexo escaldante....
Despediram-se visivelmente satisfeitos e uma hora depois chegou o Ricardo, melhor amigo do Nuno e marido da Joana.
Beijam-se como sempre, e o Ricardo pergunta à Joana: "O Nuno veio cá?"
A Joana ficou um pouco comprometida, com medo que ele desconfiasse de alguma coisa, mas respondeu "Sim".
Ricardo: "E deixou o dinheiro?"
Ela (ainda mais preocupada},: "Sim, 250 Euros....."
Ricardo: "Vês como ainda se pode confiar nos amigos!
Passou lá esta manhã no emprego e pediu-me os 250 Euros emprestados, prometeu que os pagaria sem falta ainda esta tarde.......... E cumpriu!

Sunday, August 26, 2012

Patti Smith passe entre les goutes






 
 
 


Patti Smith, samedi soir sur la grande scène du For Noise festival. Un concert magnifique, épargné par les averses et les rafales de vent...
Image: Chris Blaser

 


Après trois ans d’accalmie, le For Noise Festival a vécu sa 16e édition dans la pluie et le vent. Irritant pour les nerfs, mais pas catastrophique: 8000 personnes sont venues tremper les semelles dans la cuvette humide des quatre-vents.
 
Point d’orgue de cette édition, la New-yorkaise Patti Smith se produisait samedi soir devant un parterre très dense de kways mouillés. Le cadre intimiste du For Noise et une sonorisation hors pair n’ont pu que mettre en valeur la superbe prestation de la chanteuse, accompagnée de ses quatre musiciens. A 65 ans, la poétesse a fasciné son audience pendant une petite heure et demie, sans se départir d’un grand sourire communicatif. Avec ses mitaines, son veston trop grand et sa dégaine androgyne, la chanteuse s’est exécutée avec une classe sans pareille, sans oublier d’en appeler à la libération des Pussy Riot, avant d’entonner le poing levé un Ghost Dance («We Shall Live again») vibrant d’émotion.
 

25 de Agosto de 2012 - Lausana, Suíça

 
 

Monday, August 20, 2012

Será este o sentido da vida humana?

"... E finalmente você vai acordar e perceberá que é um velho reumático como eu!"

É costume dizer-se que não há duas sem três, por isso não resisti a divulgar o discurso do Presidente do Uruguai José Pepe Mujica, na Rio+20.
É um discurso politicamente incorrecto, certamente que fez aquecer as orelhas a muitos dos seus colegas governantes presentes nesse evento.
Estou convencido que, a pouco e pouco, cada vez mais pessoas vão tomando consciência do tipo de sociedade em que efectivamente vivemos, pois só assim poderemos tomar decisões racionais que nos permitam caminhar para um desenvolvimento verdadeiramente sustentável.



Sunday, August 19, 2012

Dedicado às nossas mulheres... que por vezes são umas chatas!


Porque é que são sempre os mesmos?

Resolvi postar este artigo de Pacheco Pereira, um pouco na sequência temática do anterior: embora com um conteúdo completamente diferente, claro, mas pensando bem, tem tudo a ver...!
Nota: sublinhados meus.

O relatório da CMVM, publicado com atraso, revela a acumulação de cargos em sociedades por um pequeno número de pessoas, sempre as mesmas aliás. Não se trata só dos seus “donos”, o argumento que o homem dos 73 lugares deu para justificar que qualquer ideia de boas práticas na governança das sociedades não se aplica às “dele”, mas aos 17 que acumulam lugares cada um em mais de 30 empresas. A isso deve-se acrescentar o que todos os dias se vai sabendo sobre a entrada ou a circulação de pessoas na administração das principais empresas portuguesas, com relações próximas com o poder político, por singular coincidência sempre os mesmos. Entre consultoras, grandes escritórios de advogados, entidades reguladoras, governo, banca, empresas públicas, “comissões de aconselhamento” do governo, há uma circulação intensa de…sempre os mesmos.
 
Proença de Carvalho é um exemplo típico: advogado de José Sócrates, presidente do Conselho de Curadores da Fundação Champalimaud, presidente do Conselho de Administração da Zon Multimedia, membro da Comissão de Vencimentos do BES – um interessante cargo -, “chairman” da Cimpor, ao todo, só no mundo empresarial, 27 cargos. Proença de Carvalho, como muitos outros neste universo de “sempre os mesmos”, não é “dono”, mas amigo dos “donos”.
 
Competência? Nalguns casos sim, noutros não. Mas não é a competência o critério fundamental. É a confiança. Estes são confiáveis, são dos “nossos”, são dos “mesmos”. Já foram testados mil e uma vezes, no governo, na banca, na advocacia de negócios, no comentário político nos media, e mostraram que estão lá para defender sem hesitações, os “nossos” interesses. Confiança é a palavra chave nos “sempre os mesmos”.
 
Artigo de José Pacheco Pereira, in Abrupto (agora dir-se-á Abruto?!)

Saturday, August 18, 2012

Un cañón en el culo

Si lo hemos entendido bien, y no era fácil porque somos un poco bobos, la economía financiera es a la economía real lo que el señor feudal al siervo, lo que el amo al esclavo, lo que la metrópoli a la colonia, lo que el capitalista manchesteriano al obrero sobreexplotado. La economía financiera es el enemigo de clase de la economía real, con la que juega como un cerdo occidental con el cuerpo de un niño en un burdel asiático. Ese cerdo hijo de puta puede hacer, por ejemplo, que tu producción de trigo se aprecie o se deprecie dos años antes de que la hayas sembrado. En efecto, puede comprarte, y sin que tú te enteres de la operación, una cosecha inexistente y vendérsela a un tercero que se la venderá a un cuarto y este a un quinto y puede conseguir, según sus intereses, que a lo largo de ese proceso delirante el precio de ese trigo quimérico se dispare o se hunda sin que tú ganes más si sube, aunque te irás a la mierda si baja. Si baja demasiado, quizá no te compense sembrarlo, pero habrás quedado endeudado sin comerlo ni beberlo para el resto de tu vida, quizá vayas a la cárcel o a la horca por ello, depende de la zona geográfica en la que hayas caído, aunque no hay ninguna segura. De eso trata la economía financiera.
...
Cuando el terrorista financiero compra o vende, convierte en irreal el trabajo genuino de miles o millones de personas que antes de ir al tajo han dejado en una guardería estatal, donde todavía las haya, a sus hijos, productos de consumo también, los hijos, de ese ejército de cabrones protegidos por los gobiernos de medio mundo, pero sobreprotegidos desde luego por esa cosa que venimos llamando Europa o Unión Europea o, en términos más simples, Alemania, a cuyas arcas se desvían hoy, ahora, en el momento mismo en el que usted lee estas líneas, miles de millones de euros que estaban en las nuestras.

Pode ler o artigo completo no El País

Saturday, August 11, 2012

Music was my first love...




Serge Reggiani, um dos meus intérpretes favoritos da chanson française... Intemporal!

Once and Again

"Começar de novo", assim era o título em português desta fabulosa série que passou no início do milénio na RTP2.
Fico espantado com a quantidade de "lixo" que as cadeias de televisão transmitem por essa Europa fora - não é só em Portugal - deixando na prateleira obras desta envergadura. Sou forçado a acreditar na existência de um propósito bem definido, estrategicamente concertado, para alienar a sociedade com programas tipo big brother e congéneres: não creio que tal seja apenas motivado pelo elevado índice de audiências que o "lixo" atrai...
O fio condutor é a história de amor entre Lily e Rick (... as histórias de Once and Again exploram a magia e a dificuldade de começar de novo uma relação, tendo uma dinâmica de famíla, divórcios , pais e filhos por detrás... assim "reza" a wikipéedia!), mas o ponto forte desta série assenta fundamentalmente nas relações entre as pessoas, nas suas fraquezas e virtudes, anseios e desilusões, e acima de tudo no relacionamento (em construção permanente) entre pais e filhos.
Neste momento já vou a meio da segunda temporada, e constato que os temas abordados continuam perfeitamente actuais.
Como agora se diz, trata-se de um case study. Para apreciadores!...